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Casal tenta engravidar por 7 anos e recebe ligação 2 horas após entrar na fila de adoção

Destaques 30/09/2026 às 11:00
Casal tenta engravidar por 7 anos e recebe ligação 2 horas após entrar na fila de adoção
]]> Marinalva e José Luiz adotaram dois filhos em MS Arquivo pessoal O casal de Três Lagoas, Marinalva Freitas e José Luiz, tentou engravidar por sete anos antes de receber uma ligação para conhecer um bebê, apenas duas horas depois de entrar no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Marinalva e José estão casados há 11 anos e, desde o início do casamento, sabiam que queriam ter filhos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp “Ficávamos na espera do positivo todos os meses por sete anos”, contou Marinalva ao g1. Durante esse período, o casal procurou médicos para realizar exames e identificar o motivo da infertilidade. Mesmo após as investigações, nenhum problema que justificasse a dificuldade para engravidar foi encontrado. “Como eu tenho dois irmãos que foram adotados pela minha mãe, sempre abordava a possibilidade da adoção com meu marido, sem muito sucesso. Até que, um dia, ele resolveu aceitar pesquisarmos sobre o assunto”. A partir daquele momento, o casal começou uma preparação que levaria mais de dois anos até a habilitação para adoção. Preparação para a adoção Como queria seguir todas as exigências da Justiça e ter segurança durante o processo, Marinalva procurou uma amiga assistente social. Ela foi orientada a buscar informações no setor psicossocial do Fórum de Três Lagoas, onde mora. Agora no g1 Em março de 2022, o casal começou a participar das reuniões mensais do Grupo de Apoio à Adoção (GRAATA). Os encontros ajudaram os dois a entender como funcionava a adoção e também a refletir sobre os desafios que poderiam encontrar depois da chegada de uma criança. Vieram outras etapas, cursos, documentos e certificados necessários para que o pedido pudesse ser apresentado à Justiça. Em junho de 2023, o casal finalmente protocolou o pedido de habilitação para adoção. A partir daí, começou uma nova fase de espera, que envolveu entrevistas com psicólogo e assistente social, visita à residência e a definição do perfil da criança que poderia ser acolhida pela família. “É uma fase de muitas incertezas, e eu chorava muito por achar que o processo estava demorando”. Ao mesmo tempo, as reuniões do grupo de apoio ajudaram o casal a compreender melhor aquilo…
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