Justiça revoga prisão de réu no processo sobre morte de empresário em Imperatriz, no MA
Destaques30/09/2026 às 12:18
]]> Justiça revoga prisão preventiva de réu envolvido na morte do empresário Laércio Müller A 2ª Vara Criminal de Imperatriz revogou, na terça-feira (29), a prisão preventiva de Gabriel Pereira Monteiro, réu no processo sobre a morte do empresário Laércio Müller Rocha, de 32 anos, ocorrida em junho deste ano, em Imperatriz. Segundo a Justiça, a revogação levou em consideração o comportamento de Gabriel durante as investigações. Ele teria colaborado com o trabalho da polícia ao longo da apuração do caso. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Com a decisão, Gabriel passa a responder ao processo em liberdade, mas terá de cumprir medidas cautelares. Entre elas estão o comparecimento a todos os atos processuais para os quais for convocado e a obrigação de informar à Justiça caso permaneça fora de casa por mais de oito dias. O descumprimento das determinações pode levar à decretação de uma nova prisão. A defesa de Gabriel afirma que ainda existem dúvidas sobre a participação dele no crime. Gabriel foi preso em 12 de junho, em Imperatriz. Segundo a investigação, ele estava na casa onde Laércio foi visto pela última vez antes de desaparecer. Empresário teria sido morto dentro de casa Polícia investiga desaparecimento de empresário em Imperatriz De acordo com a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), Laércio esteve em uma boate de Imperatriz com Thiago Guilherme Alves Monteiro e outras pessoas na madrugada de 5 de junho. Depois, o grupo seguiu para uma casa no bairro Parque Anhanguera. Imagens de câmeras de segurança mostram Laércio chegando ao imóvel às 3h38 (assista acima). Conforme a investigação, ao longo das horas, outras pessoas deixaram a residência e permaneceram no local apenas Laércio, Thiago, Yala Kananda Costa Alves e Gabriel. A polícia afirma que houve um desentendimento entre Laércio e Thiago. Segundo a investigação, Thiago teria efetuado os disparos que provocaram a morte do empresário. Ainda de acordo com a polícia, Yala e Gabriel teriam ajudado a ocultar o corpo. O delegado de Homicídios Josenildo Ferreira afirmou, durante as investigações, que o cadáver permaneceu na residência por cerca de 24 horas antes de ser retirado. “Não foi…
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