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Cardiologista suspeito de matar a esposa tem audiência adiada após cateterismo de urgência

Destaques 15/10/2026 às 15:04
Cardiologista suspeito de matar a esposa tem audiência adiada após cateterismo de urgência
]]> João Jazbik Neto, dentro da sua casa em Campo Grande, junto do advogado e policiais. Willian Guedes/ TV Morena A Justiça adiou nesta quinta-feira (15), a audiência de instrução e julgamento do cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, suspeito de matar a esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos. Conforme apurado pelo g1, a audiência será realizada em 29 de outubro, quando serão ouvidas testemunhas de acusação. No dia 5 de novembro, serão ouvidas testemunhas de acusação. 🔎 A audiência de instrução e julgamento é a fase do processo em que são produzidas as provas. Nessa etapa, o juiz ouve as partes, as testemunhas e os peritos. Ao final, poderá dar a sentença na própria audiência ou em até 30 dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O advogado de Jazbik Neto, José Belga Trad, informou que o adiamento ocorreu após internação hospitalar do médico. A defesa não detalhou o estado de saúde do cardiologista. Segundo Trad, o cardiologista apresentou um quadro de angina instável e teve que fazer um cateterismo de urgência. Na quarta-feira (14), João Jazbik Neto deixou a prisão para receber atendimento médico. A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) confirmou que o cardiologista recebeu atendimento médico, mas não informou a qual procedimento ele seria submetido. LEIA TAMBÉM Família diz que busca justiça por Fabíola após laudo afastar hipótese de suicídio Polícia descarta suicídio e conclui que cardiologista foi autor de feminicídio Cardiologista é preso após polícia encontrar armas sem documentação em casa onde esposa foi encontrada morta Sobre o caso Fabiola foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de maio, na chácara onde morava com o marido, na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande. João acionou a polícia e afirmou que a esposa havia tirado a própria vida. Após três meses de investigação, a Polícia Civil descartou a hipótese de suicídio e concluiu que Fabiola foi vítima de feminicídio. João foi apontado pela polícia como autor do crime. À época, a defesa negou o envolvimento do médico na morte da fisioterapeuta e contestou a conclusão da investigação. A investigação levou em conta…
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