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Candidatura de Hélio Lopes em Roraima: por que partidos buscam ampliar bancadas no Senado com nomes fora de redutos eleitorais

Destaques 26/09/2026 às 07:00
Candidatura de Hélio Lopes em Roraima: por que partidos buscam ampliar bancadas no Senado com nomes fora de redutos eleitorais
]]> Partidos apostam em migração de candidaturas ao Senado em 2026; entenda Disputar o Senado por um estado diferente de onde pavimentaram a carreira não é novidade na política brasileira. A prática, no entanto, ganhou mais visibilidade nas eleições de 2026, com políticos nacionalmente conhecidos concorrendo fora de seus redutos eleitorais. Este ano, cada estado elege dois senadores. Um dos casos de 'migração' é o de Hélio Lopes (PL), que deixou o Rio de Janeiro para concorrer por Roraima. Além dele, Carlos Bolsonaro (PL), foi lançado candidato ao Senado em Santa Catarina após sete mandatos como vereador carioca, e das ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), tentam vaga por São Paulo após trajetória no Acre e em Mato Grosso do Sul, respectivamente, além além de ocuparem cargos de projeção nacional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Mesmo permitida pela legislação eleitoral, a prática reacende um debate sobre representação dos Estados no Senado, a movimentação em torno de um projeto nacional dos partidos e a escolha de nomes considerados 'fiéis' e competitivos pelas legendas (veja infográfico abaixo). O tema também foi usado como 'munição' por adversários, principalmente para ataque a campanhas em São Paulo. Hélio Lopes, por exemplo, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, mas transferiu o domicílio eleitoral para disputar uma das vagas ao Senado por Roraima. A decisão surpreendeu inclusive dirigentes do PL local, que afirmam ter tomado conhecimento da candidatura pela imprensa. Agora o PL tem dois candidatos pelo partido em Roraima. (Entenda abaixo) No Partido Liberal, a tática de incluir nomes conhecidos na disputa - ainda que afastados do 'berço eleitoral' - se repete com Carlos Bolsonaro em Santa Catarina. Analistas avaliam que o movimento reflete a tentativa das siglas de ampliar presença em Estados considerados eleitoralmente favoráveis e fortalecer bancadas alinhadas a projetos políticos nacionais. "A manobra virou uma ferramenta do xadrez político em Brasília. Enquanto a legislação estiver desse jeito, essa é a forma que os partidos utilizaram para tentar ter mais ingerência [interferência] sobre a atuação dos…
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