Ator João Velho, filho de Cissa Guimarães, aciona a polícia contra perfil que exaltou condenado pela morte de seu irmão
Rio de Janeiro22/10/2026 às 18:37
]]> O ator João Velho, primogênito da atriz e apresentadora Cissa Guimarães, acionou a política contra um perfil no Instagram que exaltou Rafael de Souza Bussamra, condenado pelo atropelamento e morte, em 2010, de seu irmão, Rafael Mascarenhas, então com 18 anos. O comentário, feito num post em que João manifesta apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, diz: “Na próxima eleição, teremos o Rafael Bussamra, para atropelar a esquerda. Meu herói não usa capa, ele usa o volante de um carro”. A informação foi adiantada pela coluna de Lauro Jardim, do GLOBO. Confira: homem é preso com medicamentos emagrecedores, canabidiol e celulares no Galeão Leia mais: presa por suspeita de envenenar, decapitar e esquartejar marido passará por audiência de custódia em presídio de Benfica João, então, fez um registro de ocorrência e apresentou uma notícia-crime na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRI). O caso foi enquadrado como apologia de crime e ameaça. Os advogados Ricardo Brajterman e Maíra Fernandes argumentam que "a liberdade de expressão não pode ser confundida com autorização para incitar a violência". Em uma publicação nas redes sociais, eles destacam que "a rivalidade, seja na política, seja no esporte, jamais pode servir de justificativa para ameaças, glorificação de crimes ou manifestações que banalizem a violência e a vida humana". A defesa exalta, ainda, o regime democrático. Cissa Guimarães e o filho caçula, Rafael Mascarenhas Reprodução Instagram "A democracia pressupõe divergência, debate e confronto de ideias. Mas há uma diferença fundamental entre criticar, discordar e defender posições — ainda que de forma contundente — e utilizar o discurso para exaltar a prática de crimes ou transmitir mensagens com potencial de estimular condutas criminosas. A liberdade de expressão é um direito fundamental, indispensável à sociedade democrática, mas não é absoluta. Seu exercício deve respeitar os demais direitos fundamentais e os limites estabelecidos pela Constituição e pelas leis. Nenhuma divergência ideológica, política ou esportiva pode justificar a ameaça, a intimidação ou a celebração da violência contra quem pensa diferente. Discordar é um…
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