← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Área técnica do TSE diz não ter identificado postagens com fake news citadas por Flávio em canal de apoiadores de Lula

Rio de Janeiro 12/10/2026 às 17:20
Área técnica do TSE diz não ter identificado postagens com fake news citadas por Flávio em canal de apoiadores de Lula
]]> A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não ter identificado, no canal "Exército do Lula", no WhatsApp, o compartilhamento de informações que foram classificadas pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) como fake news. A análise foi feita a pedido de Nunes Marques, que no domingo mandou que o grupo fosse excluído. A decisão, porém, foi revertida depois, por decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Na Corte, o documento da assessoria técnica foi tratado por alguns ministros como um indicativo de que não havia provas para suspender o canal, como foi determinado por Nunes Marques. A área técnica do tribunal analisou postagens compartilhadas desde 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam "afirmações" de que Flávio Bolsonaro "pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família". A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas. "Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos. A verificação abrangeu os textos das mensagens, as pré-visualizações de links, inclusive as miniaturas e os títulos dos vídeos vinculados, assim como os áudios transcritos", registra o parecer do órgão. Ao mandar suspender o canal, Nunes Marques passou por cima de uma decisão inicial de Cueva, que havia pedido mais informações antes de deliberar sobre o assunto. Cueva havia determinado que a campanha de Flávio apresentasse provas sobre as alegações de que o canal "Exército de Lula" era usado para espalhar fake news. Ao restabelecer seu funcionamento, alegou que haveria "restrição à liberdade de expressão". A assessoria técnica do TSE comparou os conteúdos disseminados no canal com aqueles citados na decisão em que…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial