'Sonho em ser aeromoça': irmã acusada na morte de Igor Peretto pede chance de recomeçar em carta a juiz
Destaques12/10/2026 às 19:00
]]> Marcelly Peretto, acusada de envolvimento no assassinato do irmão Igor Peretto, enviou carta ao juiz de Praia Grande, SP Redes Sociais e Reprodução Marcelly Peretto, acusada de envolvimento no assassinato do irmão, o comerciante Igor Peretto, negou participação no crime e pediu uma oportunidade para recomeçar a vida em carta enviada ao juiz Felipe Esmanhoto Mateo, responsável pelo caso em Praia Grande, no litoral de São Paulo. No documento, ela afirmou que sonha em construir uma família e ser aeromoça. “Sempre trabalhei e sou uma boa filha aos meus pais que sofrem muito com minha prisão. Anseio em construir minha família e educar meus sonhados futuros filhos com princípios e verdade, assim como fui criada. Sonho em ser aeromoça. Suplico-lhe uma oportunidade de recomeçar”, escreveu. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) concluiu que Marcelly (irmã por parte de pai), Mário Vitorino (cunhado) e Rafaela Costa da Silva (viúva) premeditaram a morte de Igor porque ele era um "empecilho no triângulo amoroso". A Justiça determinou que todos sejam julgados pelo Tribunal do Júri. Marcelly está presa e foi pronunciada por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e meio cruel. O julgamento dela está marcado para 26 de novembro. O crime aconteceu no apartamento de Marcelly em 31 de agosto de 2024. A carta Marcelly Peretto, acusada de envolvimento no assassinato do irmão Igor Peretto, enviou carta ao juiz de Praia Grande, SP Reprodução O g1 teve acesso à íntegra da carta escrita à mão por Marcelly. No documento, ela afirmou não ter tido qualquer participação na morte do irmão. “Ao chegar no quarto, o meu irmão já estava sem vida. Entrei em estado de choque e comecei a gritar pedindo socorro. Através de pressões psicológicas e ameaça de Mario e reconhecendo o estado do Mario. Se eu não tivesse a reação de sair com ele, hoje eu não estaria viva”, escreveu Marcelly. Ela também afirmou que conheceu Mário aos 14 anos e foi emancipada pelos pais para casar com ele aos 17. “Eu dependia totalmente dele emocionalmente, ele determinava e decidia tudo que eu iria fazer. Por ele ser meu primeiro namorado, eu não…
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