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Após casamento de Juliette, algodão produzido na Paraíba e usado na decoração vai ser reaproveitado

Destaques 31/10/2026 às 13:17
Após casamento de Juliette, algodão produzido na Paraíba e usado na decoração vai ser reaproveitado
]]> Algodão utilizado na decoração do casamento de Juliette e Kaíque foi plantado na Paraíba Reprodução/X O algodão cultivado por agricultores familiares de Remígio, no Agreste da Paraíba, ganhou espaço na decoração do casamento de Juliette e Kaíque Cerveny e terá um novo destino após a festa. A cantora devolveu os galhos utilizados na cerimônia à associação responsável pelo fornecimento para que o material seja reaproveitado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O casamento religioso e a festa aconteceram na quinta-feira (29), no Instituto Ricardo Brennand, em Recife. No lugar das tradicionais flores, a decoração contou com 12,5 mil galhos de algodão branco e colorido, produzidos por agricultores familiares paraibanos. Juliette e Kaique Cerveny escolhem capela no Recife para celebrar casamento O material foi fornecido pela Rede Borborema de Agroecologia, associação com sede no assentamento Queimadas, em Remígio, e atuação também nos municípios de Casserengue, Barra de Santa Rosa, Algodão de Jandaíra e Areia. Segundo Suzana Aguiar, representante da associação, foram necessários 150 dias entre o plantio e a colheita. Os agricultores receberam pagamento pelo fornecimento do material e, após a celebração, Juliette doou os galhos de volta à associação. “Os agricultores receberam um pagamento para fornecer esse algodão, mas aí a Juliette doou esse algodão de volta para que ele não tenha desperdício no casamento”, explicou. Do total utilizado na decoração, 5 mil galhos eram de algodão branco e 7,5 mil de algodão colorido. A escolha também fez referência à tradição paraibana na produção da fibra, especialmente do algodão colorido, que tem reconhecimento internacional. Para Suzana, a participação no casamento representou uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelos agricultores familiares, além de gerar renda para as famílias envolvidas. “O algodão foi o principal elemento do casamento, que é símbolo nordestino de resistência, a visibilidade para os nossos agricultores e agricultoras. Além de ter gerado renda para as famílias, que se sentiram pertencentes à celebração”, afirmou. Casamento também teve artesanato produzido na…
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