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Jovem Rio News

10 eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo TCU em cargos anteriores; condenações somam quase R$ 5,7 milhões

Destaques 29/10/2026 às 03:00
10 eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo TCU em cargos anteriores; condenações somam quase R$ 5,7 milhões
]]> 10 eleitos já tiveram contas julgaras irregulares pelo TCU em cargos anteriores. Arte g1 Levantamento do g1 identificou que dez políticos eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por problemas na aplicação de recursos públicos em cargos anteriores. As condenações financeiras somam quase R$ 5,7 milhões, entre valores a serem devolvidos aos cofres públicos e multas. O levantamento considerou apenas decisões do TCU que responsabilizaram pessoalmente os políticos, excluindo casos em que a obrigação de devolver os recursos foi atribuída às prefeituras, por exemplo. O cálculo não inclui juros e correção monetária. Em alguns casos, as quantias já foram quitadas ou estão sendo pagas em parcelas. As irregularidades vão da falta de prestação de contas e de comprovação de pagamentos a obras inacabadas, problemas na contratação de artistas e suspeitas sobre realização de cursos profissionalizantes. Os casos foram identificados em 15 processos relacionados ao uso de recursos federais em municípios de diferentes estados do país. A maior parte das verbas foi repassada por meio de convênios com o governo federal. Os demais processos envolvem recursos destinados a programas nacionais de educação, saúde e assistência social. Agora no g1 A maioria dos políticos ocupava o cargo de prefeito quando ocorreram as irregularidades. Há também um ex-secretário municipal de Infraestrutura e um ex-presidente de associação de municípios. 🔎Os nomes constam na relação do TCU de gestores públicos com contas julgadas irregulares para fins eleitorais. Ela é utilizada pela Justiça Eleitoral para auxiliar a análise dos pedidos de registro de candidatura, mas ter o nome na lista não significa que a pessoa esteja automaticamente impedida de disputar eleições. Cabe à Justiça Eleitoral analisar os requisitos para eventual inelegibilidade. A relação reúne casos com decisões definitivas nos últimos oito anos e inclui situações de omissão na prestação de contas, uso indevido de recursos públicos e desvio de dinheiro ou bens públicos, entre outras irregularidades. Sede do Tribunal de cotnas da União (TCU), em Brasília. Divulgação/TCU Não entraram no…
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