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Loja que vendeu bolo com rato seguiu aberta por 15 dias após cliente comer alimento contaminado

Destaques 29/10/2026 às 04:00
Loja que vendeu bolo com rato seguiu aberta por 15 dias após cliente comer alimento contaminado
]]> Cliente encontra rato dentro de bolo e dona de estabelecimento é presa em Porto Alegre O estabelecimento que vendeu um bolo com um rato morto a um cliente de Porto Alegre permaneceu aberto normalmente por 15 dias até que a fiscalização da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária interditasse o local, aponta a investigação. Um cliente pediu o bolo no dia 29 de setembro por um aplicativo de delivery. O homem consumiu o produto por três dias, um pedaço por vez, até perceber que o roedor estava dentro do doce. No dia 1º de outubro, o consumidor denunciou o caso à Polícia Civil. Ele fez fotos e anexou na denúncia. Em seguida, jogou o bolo no lixo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Quinze dias depois da compra, uma ação da Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor (Decon), com apoio da Vigilância Sanitária e da 13ª Delegacia de Polícia da capital, realizou a fiscalização da unidade Cavalhada da franquia Casa de Bolos, que foi interditada. Durante a inspeção, os agentes encontraram fezes e urina de roedores em diferentes pontos do imóvel, produtos com prazo de validade vencido e condições inadequadas de higiene. A delegada Milena Simioli, responsável pela investigação, justifica que a fiscalização só ocorreu dias após a denúncia devido ao "trâmite até chegar na delegacia a ocorrência" e à "organização [da operação] com a Vigilância Sanitária. "Há muitas denúncias a serem apuradas." Como o bolo foi descartado, não será possível fazer perícia. Porém, a delegada destaca que as imagens feitas pelo cliente deixam clara a presença do animal. De acordo com a investigação, o rato foi "assado com o alimento". A polícia descarta que a ação tenha sido proposital. "Tem as fotos do rato completamente encoberto com o bolo, com o corpo todo encrostado", relata Simioli. A proprietária do estabelecimento, identificada como Amanda Borges Lopes Schenk, 41 anos, foi presa em flagrante. Para a polícia, ela afirmou que não tinha conhecimento do caso e que não sabia o que havia acontecido. A mulher foi solta após audiência de custódia no dia seguinte. Ela é investigada pela suspeita de crime contra as relações de consumo. Em nota, a defesa de Amanda declarou que "os…
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