Zema critica bets e diz que ação do governo Lula para acabar com apostas é 'populismo puro, compra de votos'
Destaques26/09/2026 às 18:22
]]> Zema visitou Varginha durante a campanha eleitoral João de Carvalho/EPTV O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de acabar com as bets no país. Apesar de defender o fim das plataformas de apostas online, o ex-governador de Minas disse, em entrevista à Rádio Itatiaia Sul de Minas, em Varginha, que a medida, anunciada às vésperas da eleição, representa uma medida eleitoreira. "Na véspera da eleição que ele está fazendo isso? Está reajustando o Bolsa Família e teve mais medidas populistas. Ele deveria ter feito isso antes e não agora, que é véspera de eleição. É populismo puro, é compra de votos." O presidenciável chamou as bets de "cocaína digital" e disse que a proibição deveria ter ocorrido antes. "Eu falo que bet é a cocaína digital, viciou todo mundo, destruiu famílias, endividou o brasileiro. Por que ele aprovou isso há três anos atrás? E por que ele não cancelou logo depois, quando viu que o mal já estava feito, acontecendo?", questionou. Zema negou que possa desistir da disputa presidencial e afirmou acreditar na sua presença no segundo turno, mas, em um eventual pleito sem sua participação, o candidato disse que irá apoiar a oposição a Lula. "Onde o PT estiver, eu estarei contra ele", disse. Romeu Zema (Novo) andou no comércio de Varginha, durante campanha João de Carvalho/EPTV Antes da entrevista na rádio, Zema caminhou pelo comércio de Varginha e falou com a imprensa. O candidato defendeu mais crédito para o agronegócio e a criação de um seguro safra. "Eu quero mais linhas de crédito, que hoje são poucas, insuficientes. Como eu já falei, a taxa de juros vai cair. Além de mais crédito, menos juros. O produtor vai ganhar duas vezes. Vou colocar também o seguro safra. Em país sério, 90% ou mais dos produtores rurais têm o seguro safra. Se chover muito, se tiver seca, eles estão segurados. No Brasil, muitas vezes um produtor fica inviabilizado porque tem algum problema climático e ele não consegue", disse. Lorena Lemos traz o que foi destaque durante a semana no g1 Sul de Minas LEIA TAMBÉM: Zema defende produção de superímãs no Brasil a partir das terras raras em visita a…
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