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‘Wētāpunga’, um dos insetos mais pesados do mundo, se recupera após quase desaparecer da Nova Zelândia

Destaques 08/10/2026 às 08:30
‘Wētāpunga’, um dos insetos mais pesados do mundo, se recupera após quase desaparecer da Nova Zelândia
]]> Wētāpunga, um dos insetos mais pesados do mundo, fotografado na ilha de Tiritiri Matangi, na Nova Zelândia. O exemplar fazia parte de um grupo de 100 animais soltos no local em 2014. Dinobass/Wikimedia Commons O wētāpunga, um dos insetos mais pesados do mundo, está se recuperando na Nova Zelândia depois de ter quase desaparecido de grande parte do país. Ao longo de 15 anos, um programa de reprodução em cativeiro permitiu a soltura de mais de 11 mil exemplares em 10 áreas diferentes. A espécie é nativa da Nova Zelândia e já foi encontrada em áreas do norte do país, principalmente nas regiões de Auckland e Northland. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Com a destruição de florestas e a chegada de animais como ratos e gatos, porém, sua população caiu de forma acentuada. Na década de 1990, o wētāpunga já era considerado uma das espécies mais ameaçadas da Nova Zelândia. Anos depois, levantamentos mostraram que restava uma população pequena na ilha de Te Hauturu-o-Toi, também conhecida como Little Barrier Island, ao norte de Auckland. LEIA TAMBÉM: Astronauta da Nasa flagra fenômeno luminoso raro durante tempestade vista do espaço; entenda Em fenômeno inédito, cientistas descobrem planeta que acelera sua própria destruição; entenda O teste de DNA em osso que pode reescrever a história do Egito antigo Agora no g1 Como havia poucos animais para levar diretamente a outras regiões, pesquisadores decidiram criar exemplares em cativeiro. O trabalho começou no Butterfly Creek, um centro de vida selvagem em Auckland, e depois foi ampliado pelo zoológico da cidade. Os insetos criados nesses locais passaram a ser soltos em ilhas sem predadores e, mais recentemente, em áreas protegidas no continente. Ao todo, foram 45 operações de soltura. Entre 2014 e 2025, só o zoológico de Auckland criou e liberou 8.874 exemplares. Um dos principais sinais de recuperação apareceu nas ilhas de Motuora e Tiritiri Matangi, perto de Auckland. Pesquisadores encontraram ali pelo menos quatro gerações de wētāpunga nascidas no próprio local. Isso indica que os animais conseguiram se reproduzir e manter populações sem depender apenas de novas solturas. O resultado do…
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