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Vizinhos do menino de 10 anos que levou três tiros na cabeça relataram ter ouvido gritos no dia no dia do ocorrido, segundo a Polícia Civil

inicio 23/09/2026 às 09:49
Vizinhos do menino de 10 anos que levou três tiros na cabeça relataram ter ouvido gritos no dia no dia do ocorrido, segundo a Polícia Civil
]]> Polícia Civil descarta hipótese de que menino tenha atirado contra a própria cabeça Os vizinhos do menino de 10 anos que levou três tiros na cabeça relataram à Polícia Civil ter ouvido gritos no dia dos disparos. Segundo o delegado responsável pelo caso, André Veloso, os depoimentos reforçaram a suspeita de tentativa de homicídio e de maus-tratos contínuos contra a criança. Em entrevista à TV Anhanguera, o delegado informou que as agressões contra o menino seriam recorrentes, e as testemunhas afirmaram que, no dia dos disparos, ouviram pedidos de socorro vindos da casa. “Os vizinhos escutaram a gritaria: ‘Ai, ai, ai, ai, para, para, para, mãe, mãe, mãe, para, para’”, declarou o delegado. Criança leva tiro acidental na cabeça e carro da família capota a caminho do hospital O g1 não conseguiu localizar a defesa dos investigados até a publicação desta reportagem. Conforme a investigação, o menino tinha um histórico de violência e era agredido com frequência. Segundo o delegado, os relatos dos vizinhos também ajudaram a colocar em dúvida a versão apresentada pela mãe, de que a criança teria atirado acidentalmente contra a própria cabeça. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O caso aconteceu na zona rural de Palmeiras de Goiás, na segunda-feira (14). Após os disparos, a família socorreu o menino e o levou de carro para um hospital. Segundo as informações apuradas pela TV Anhanguera, a mãe conduzia o veículo quando perdeu o controle e capotou na estrada. O padrasto também ficou ferido, mas sem gravidade. A criança está internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Criança leva tiro acidental na cabeça e carro da família capota a caminho do hospital em Palmeiras de Goiás Reprodução/TV Anhanguera Perícia contesta versão apresentada pela mãe Conforme o delegado André Veloso, a criança tem ferimentos incompatíveis com a versão apresentada pela mãe, de que a criança teria provocado o acidente com uma espingarda de pressão. A perícia e a investigação apontaram que a espingarda de cano longo exige recarga manual a cada disparo e demanda esforço físico incompatível com a capacidade…
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