← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Vitória democrata nos EUA não deve aliviar pressão de Trump sobre Brasil, avaliam analistas

Destaques 08/11/2026 às 07:00
Vitória democrata nos EUA não deve aliviar pressão de Trump sobre Brasil, avaliam analistas
]]> Midterms: no Maine e Alasca, cadeiras ocupadas por Republicanos podem ser conquistadas por Democratas Se o governo do presidente republicano dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá encontrar obstáculos institucionais mais robustos para prosseguir com sua agenda interna agora, a vitória do Partido Democrata nas eleições de meio de mandato, as midterms, confirmada pelas apurações das urnas, não mudará a postura da Casa Branca atual em relação ao Brasil. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Para analistas ouvidos pela BBC News Brasil, a mudança na correlação de forças da política americana manterá intactas as tarifas impostas por Trump aos produtores nacionais, as pressões para que o país se afaste da China (principal parceiro comercial brasileiro desde 2009) e se reaproxime da esfera de influência americana, e a classificação das duas maiores facções criminosas — o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) — como organizações terroristas, que abriu uma brecha para incursões militares dos EUA em território nacional. "O Congresso mais democrata até modifica a capacidade de interlocução com o Itamaraty, mas ele não terá condições de mexer na política comercial de Trump, justamente onde estão as implicações mais fortes sobre a relação entre Washington e Brasília hoje", avalia o economista Otaviano Canuto, ex-vice-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre 2007 e 2009, e ex-diretor do Banco Mundial entre as décadas de 2000 e 2010. Embora nem todos os Estados tenham terminado de apurar suas urnas, os dados disponíveis já apontam que os democratas voltarão a controlar a Câmara dos Representantes — com 237 parlamentares contra 139 do lado republicano, até agora — e do Senado, com 54 cadeiras contra 44 do partido de Trump. Neste caso ainda falta a definição no Mississippi e no Alasca, onde a democrata Mary Peltola disputa voto a voto com o republicano Dan Sullivan. Até a noite desta quarta, 77% das seções já tinham sido apuradas, com uma diferença de 625 votos em favor da candidata. Esses resultados mudarão a composição do Congresso a partir de 3 de janeiro de 2027. Hoje, os republicanos têm a maioria do…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial