'Vim de lá: bailes do Rio' conta a história da música negra na cidade em três episódios
Rio de Janeiro06/11/2026 às 09:00
]]> A história da black music no Rio de Janeiro, dos bailes de soul dos anos 1970 às novas gerações de artistas, é tema de “Vim de lá: bailes do Rio”, série em três episódios que começa a ser exibida neste sábado à tarde na Globo. Apresentado por Lilian Ribeiro e Chico Regueira, o programa vai ao ar nos dias 7, 14 e 21 para o público fluminense, e ficará disponível no Globoplay. Lázaro Ramos revela teoria divertida sobre a escolha de ‘Feito Pipa’ para representar o Brasil no Oscar 2027 Cinco anos após morte de Marília Mendonça, herança da cantora segue rendendo e família prepara novos projetos Em 'Por você', Margô se declara para Lucas: 'Encantada por esse homem desde o início', observa Regiane Alves A produção revisita o movimento Black Rio e a importância dos bailes suburbanos como espaços de afirmação da identidade negra. Entre os entrevistados, o ator e cantor Tony Tornado, Dom Filó, Macau, Hyldon, Rômulo Costa, Michael Sullivan, Zé Ricardo e Thalma de Freitas. "Vim de lá: bailes do Rio": Banda do Síndico, Carlos Dafé, Zé Ricardo, Gabriel Moura, Michael Sullivan, Hyldon, Thalma Freitas, MC Martina e os apresentadores Lilian Ribeiro e Chico Regueira Angélica Goudinho/Rede Globo/Divulgação Aos 96 anos, Tony Tornado relembra sua trajetória e a participação no Festival Internacional da Canção de 1971. Ao comentar os avanços na representatividade negra na televisão, ele afirma: “Hoje eu me emociono quando ligo a televisão e, num elenco de cem pessoas, vejo que tem 50 negros. Essa sempre foi a minha luta”. Tony Tornado entre Chico Regueira e Lilian Ribeiro no "Vim de lá: bailes do Rio" Angélica Goudinho/Rede Globo/Divulgação Asfilófio de Oliveira Filho, o Dom Filó, é mentor e um dos fundadores da equipe de som Soul Grand Prix. Ele foi importante na articulação do movimento Black Rio, usando o microfone dos bailes para promover a conscientização social e racial. “Você entrava no portal, ali era a felicidade pura. Não era só música. E influenciou não só essa juventude, mas também outros segmentos, como a galera do futebol. Se você olhar a seleção de 70, 74, você vai ver uma galera de cabelo black, como Jairzinho, Júnior, Caju. E como isso chega pra eles? De alguma…
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