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Vídeo mostra PM agredindo mulher com cotoveladas e empurrões durante abordagem em BH

Destaques 27/10/2026 às 21:05
Vídeo mostra PM agredindo mulher com cotoveladas e empurrões durante abordagem em BH
]]> Vídeo mostra policial militar dando cotoveladas em idosa durante abordagem em BH Um vídeo mostra o momento em que um policial militar dá uma cotovelada em Ângela Maria de Souza, uma faxineira de 61 anos, durante uma abordagem em frente a uma padaria no bairro Santa Inês, em Belo Horizonte. As imagens são do último sábado (24) e também mostram a mulher sendo colocada dentro da viatura da polícia depois de ser brutalmente agredida. Os vídeos, gravados por testemunhas e câmeras de segurança, mostram o policial Samuel Martins Passos atingindo repetidamente o braço da mulher enquanto ela se agarra a um poste para evitar ser algemada. A vítima também aparece sendo conduzida com empurrões até a viatura. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp A mulher foi levada para a delegacia junto de dois funcionários da padaria que tentaram defendê-la da abordagem truculenta do PM. Os três foram liberados após prestarem depoimento. À TV Globo, Ângela contou que correu até o local após saber que o filho havia sido abordado. Segundo ela, ao chegar, pediu aos policiais que não batessem nele, pois o homem havia passado por uma cirurgia. "Eu falei: 'Não vou sair daqui, que sou mãe dele. Se ele tiver com alguma coisa errada, vocês levam ele pra delegacia, que eu vou atrás'. Quando eu falei isso, ele já começou a me bater", relatou. Segundo a corporação, a mulher tentou interferir numa abordagem feita pela polícia ao filho dela, que, de acordo com policiais, possui "extensa ficha criminal" e "se encontrava em atitude suspeita". A PM não informou se o filho da mulher foi preso nem qual atitude suspeita ele cometeu. Em nota, a PM também alegou que a mulher desacatou os militares e resistiu à prisão, motivo pelo qual, segundo a corporação, teriam sido utilizadas "técnicas de contenção". Ângela afirmou ter sido atingida no rosto e na cabeça e disse que, após a detenção, um dos policiais não permitiu que ela recebesse atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sabará. A mulher também relatou dificuldades para dormir, se alimentar e retornar ao trabalho desde a ocorrência. "Eu não tô bem. Meu emocional não tá bem. Eu não tô comendo direito, não tô…
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