VÍDEO: Dono de loteadora é preso em aeroporto de Uberlândia por suspeita de corrupção em obra do Anel Viário Sul
Destaques06/11/2026 às 12:11
]]> Dono de loteadora é preso durante investigação sobre obra em Uberlândia O empresário Reynaldo Galves Leal, proprietário de empresas do Grupo GSP, foi preso no fim da tarde de quinta-feira (5), no Aeroporto de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Segundo apuração da TV Integração, ele aguardava um voo para São Paulo, de onde seguiria para Florianópolis. A prisão foi realizada pela Polícia Militar (PM), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário. O empresário é investigado por suspeita de corrupção ativa e passiva, associação criminosa, lavagem de capitais, falsidade ideológica e obstrução das investigações do Ministério Público (MP). Segundo as investigações do MP, o Grupo GSP pagou vantagens indevidas a servidores públicos para substituir a obrigação de construir um trevo no Anel Viário Sul, exigida para a aprovação de seus loteamentos, por uma obra de menor custo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Reynaldo é sócio-administrador de empresas ligadas ao grupo, entre elas a GSP Loteadora, a GSP Empreendimentos Imobiliários e a GSP Life Botânico, responsáveis por empreendimentos imobiliários na cidade. Em nota, a defesa de Reynaldo informou que “análise criteriosa, serena e desprovida de conclusões precipitadas permitirá o devido esclarecimento dos acontecimentos, sempre com respeito à verdade dos fatos e às garantias fundamentais”. Além do cumprimento do mandado de prisão, o Ministério Público informou que apresentou, nesta sexta-feira (6), uma denúncia criminal e ajuizou uma ação civil por improbidade administrativa contra Reynaldo, um funcionário do Grupo GSP e uma servidora do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) que ocupava cargo de chefia na época dos fatos. Segundo o órgão, as penas mínimas previstas para os crimes atribuídos aos denunciados, somadas, ultrapassam dez anos de reclusão. O Ministério Público também investiga a possível participação de servidores públicos na obstrução das apurações. Segundo o órgão, há indícios de que documentos oficiais com informações falsas foram produzidos e de que documentos públicos solicitados pelos investigadores foram…
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