VÍDEO: cheia do Rio Tietê arrasta toneladas de lixo para prédio de usina histórica em Salto
inicio19/09/2026 às 16:48
]]> Cheia do Rio Tietê arrasta toneladas de lixo para prédio da Usina de Lavras em Salto Imagens aéreas registradas no Parque de Lavras, em Salto (SP), revelam o impacto da recente cheia do Rio Tietê no patrimônio da cidade: uma grande camada de lixo e entulho ficou represada no interior da antiga Usina Hidrelétrica de Lavras. O rastro de poluição reúne milhares de garrafas plásticas, pedaços de madeira e resíduos descartados irregularmente ao longo do leito do rio. A usina, que foi inaugurada em 1911 e se consolidou como uma das primeiras do interior paulista a gerar energia para a região, hoje é desativada e tombada como patrimônio histórico e turístico. Com o aumento do nível da água provocado pelas últimas chuvas, o lixo flutuante foi arrastado e acabou preso nas estruturas centenárias do complexo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O g1 questionou a Prefeitura de Salto, responsável pela administração e manutenção do Parque de Lavras, sobre o cronograma de remoção dos dejetos acumulados na estrutura e aguarda resposta. LEIA MAIS Espuma no Rio Tietê em Salto: entenda como resíduo afeta a natureza e quais medidas poderiam ser adotadas Região Metropolitana de Sorocaba cresce, atrai moradores e enfrenta desafios ambientais Imagens mostram lixo acumulado em usina abandonada às margens do Rio Tietê em Salto (SP) Reprodução/D-Vision Imagens mostram lixo acumulado em usina abandonada às margens do Rio Tietê em Salto (SP) Reprodução/D-Vision Imagens mostram lixo acumulado em usina abandonada às margens do Rio Tietê em Salto (SP) Reprodução/D-Vision Cheia do Rio Tietê arrasta toneladas de lixo para usina histórica em Salto (SP) Reprodução/D-Vision Crise ambiental O problema se soma a episódios recorrentes de espuma tóxica e da chamada “água preta” no trecho do Tietê em Salto, agravando a crise ambiental que atinge o rio. A espuma, formada por esgoto doméstico e industrial rico em fósforo e detergentes proveniente da Grande São Paulo, cobre a superfície do rio e compromete a vegetação ribeirinha. Já a água escura, resultado da alta concentração de poluentes e da baixa vazão acarretadas pela abertura de comportas de barragens na Região…
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