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Vice-prefeito que arrancou porta de hospital do PR após chegar com paciente no colo e trava não abrir de primeira é indiciado por três crimes

Destaques 28/10/2026 às 14:15
Vice-prefeito que arrancou porta de hospital do PR após chegar com paciente no colo e trava não abrir de primeira é indiciado por três crimes
]]> Vice-prefeito arrebenta porta de hospital após chegar com paciente no colo e trava falhar A Polícia Civil finalizou o inquérito que investigava o vice-prefeito de Guamiranga, cidade de 7,9 mil habitantes da região central do Paraná, por dano qualificado, ameaça e desacato no hospital municipal e na prefeitura da cidade. Igor Pontarolo foi indiciado pelos três crimes. O dano foi classificado como qualificado por ser contra um patrimônio público; a ameaça foi citada como sendo contra o secretário municipal de saúde e o desacato, contra servidores públicos do pronto atendimento. O caso aconteceu na tarde de 20 de outubro, uma terça-feira. O homem foi preso em flagrante, recebeu liberdade provisória no dia seguinte e responde ao processo em liberdade. Imagens de câmeras de segurança mostram que o político arrancou uma porta do pronto-atendimento dois minutos após chegar com uma paciente no colo e a trava eletrônica não abrir de primeira. Segundo o boletim da ocorrência, depois Igor foi até a secretaria de saúde, que fica em anexo ao hospital, e danificou uma sala enquanto chamava pelo secretário da pasta. Vídeos mostram como ficou o espaço. Assista no vídeo acima e entenda a linha do tempo mais abaixo. ✅ Siga o canal do g1 Ponta Grossa no WhatsApp O inquérito finalizado foi encaminhado ao Ministério Público, que, até a manhã desta quarta-feira (28), ainda não tinha terminado de avaliá-lo e decidido se formalizava, ou não, denúncia criminal à Justiça. Em depoimento, um amigo do vice-prefeito contou que antes estava no velório do próprio avô, quando a sua tia passou mal e desmaiou. Ele explicou que o político também estava no velório e decidiu levá-la até o hospital por meios próprios — e que, no momento em que entraram no pronto-atendimento com a mulher no colo, ela estava convulsionando. O advogado Renato Rafael Griczynski, que atua na defesa de Pontarolo, alega que "a situação ocorreu em um contexto de emergência, diante da necessidade de garantir atendimento médico a uma pessoa que se encontrava em situação de risco", e sustenta que "os fatos devem ser analisados considerando as circunstâncias da ocorrência, especialmente sob a perspectiva do estado de…
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