Vice-governador eleito conta que esposa não o reconhece há seis anos após doença degenerativa: 'Situação terrível'
Destaques30/10/2026 às 12:44
]]> O vice-governador eleito Luiz Carlos do Carmo e a esposa, Ivana, em registro há cerca de 20 anos Arquivo pessoal/Luiz do Carmo O vice-governador eleito de Goiás, Luiz do Carmo, contou que a esposa, Ivana Silva Vieira do Carmo, não reconhece ninguém há cerca de 6 anos, em função de uma doença degenerativa. O político emocionou a internet ao publicar uma foto de homenagem à mulher, pelo aniversário dela. Em entrevista ao g1, Luiz contou o que aconteceu e como é a atual rotina da esposa. Ivana tem o acompanhamento de três cuidadoras, que se revezam, além de uma ajudante. Segundo o vice-governador, a única coisa que ela ainda faz sozinha é mastigar, o que é possibilitado por uma massagem na boca, e engolir água, sendo necessário, nesse caso, que alguém mexa no pescoço dela. "É uma situação muito terrível, muito terrível", disse. Luiz tem 68 anos. Ivana, 61. Há 11 anos e meio, ela recebeu o diagnóstico de demência frontotemporal (DFT), enfermidade que não tem cura e afeta os lobos frontais e temporais do cérebro, áreas responsáveis pelo comportamento, personalidade e linguagem. A consqu perda progressiva das funções cerebrais. "É uma doença que ela começa assim: a pessoa começa a perder os os sentimentos, entende? E também o comportamento", disse o vice-governador. Segundo Luiz do Carmo, os primeiros sinais comportamentais que Ivana teve foi deixar de fazer coisas que ela sempre gostou. "Por exemplo, a Ivana gostava muito do supermercado. Depois, detestou supermercado. Gostava de ficar com os netos. Depois, passou a não gostar mais", relatou. O vice-governador eleito de Goiás Luiz Carlos do Carmo e a esposa Ivana Silva Vieira do Carmo estão juntos há 39 anos Arquivo pessoal/Luiz do Carmo Outros sintomas começaram a surgir, como mudanças repentinas, ausências de interações com as pessoas e também irritabilidade. "A gente fazia pergunta e ela não respondia. Trocava de bolsa no dia quatro, cinco vezes por dia. E ela sempre foi uma mulher muito calma. Aí, a gente ia conversar com ela e ela começava a irritar fácil", disse Luiz. Depois, a doença passou a ter outros efeitos. Ivana teve que parar de dirigir e depois perdeu a fala e os movimentos do corpo. "Essa doença é…
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