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Vereador, suplente e servidores são afastados em operação que apura favorecimento à facção criminosa no Amapá

Destaques 15/10/2026 às 13:01
Vereador, suplente e servidores são afastados em operação que apura favorecimento à facção criminosa no Amapá
]]> Vereador, suplente e servidores são afastados em operação que apura favorecimento à facção O vereador de Macapá, Daniel Theodoro (PSOL), um suplente e dois servidores públicos foram afastados pela Justiça durante a Operação Cavalo de Tróia, realizada nesta quinta-feira (15) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema que teria beneficiado integrantes da facção Família Terror do Amapá (FTA) com vagas de emprego e favorecimentos no sistema prisional. Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em residências, gabinetes da Câmara Municipal de Macapá e no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Operação Cavalo de Tróia no Amapá Polícia Civil/Divulgação As investigações apontam que pessoas ligadas à facção eram indicadas para vagas de emprego em empresas que prestam serviços ao poder público. Em contrapartida, lideranças do grupo criminoso dariam apoio político a agentes públicos investigados. Segundo o Gaeco, a relação também teria garantido benefícios a um dos chefes da facção que cumpre pena no Iapen, por meio de favorecimentos dentro do sistema penitenciário. O que diz a Câmara? Sobre a operação, o presidente da Câmara Municipal de Macapá, Pedro Dalua, assinou nota questionando a deflagração da operação apenas dois dias após a eleição da Mesa Diretora, atingindo um integrante da chapa vencedora, neste caso o vereador Daniel Theodoro, que foi eleito como primeiro vice-presidente. A nota destaca que as diligências da Polícia Civil se concentraram em apenas duas salas da Câmara. O presidente Pedro DaLua, por meio da Procuradoria da Câmara, informou que irá requerer o afastamento cautelar do delegado do caso, sob a alegação de motivação alheia à finalidade investigativa. A nota do presidente finaliza destacando que a Câmara não se opõe ao combate ao crime organizado nem pretende obstruir investigações. Mas que exige imparcialidade, legalidade e transparência, e que a utilização do aparato policial não pode servir a interesses políticos nem produzir interferências indevidas na…
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