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Vereador de Colinas preso pela PF passa por audiência de custódia em São Luís

Destaques 29/09/2026 às 17:55
Vereador de Colinas preso pela PF passa por audiência de custódia em São Luís
]]> Vereador de Colinas passa por audiência de custódia após prisão O vereador de Colinas e investigador da Polícia Federal, Gaudêncio Neto (PSB), passou por audiência de custódia nesta terça-feira (29). Ele foi preso na segunda-feira (28), durante a Operação Habeas Votum, da Polícia Federal (PF), que investiga suspeitas de coação eleitoral, estupro, ameaça e abuso de autoridade contra uma mulher no município. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Gaudêncio Neto foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. A audiência foi realizada por videoconferência, já que o investigado está na sede da Polícia Federal, em São Luís. A audiência de custódia serve para verificar a legalidade da prisão e avaliar quais medidas podem ser adotadas pela Justiça. Além de Gaudêncio Neto, o delegado da Polícia Civil Wlisses Alves também foi preso durante a operação. SAIBA MAIS: Quem são delegado e vereador alvo de operação no MA por estupro e coação eleitoral O vereador de Colinas e investigador da Polícia Federal, Gaudêncio Neto (PSB), passou por audiência de custódia nesta terça-feira (29).. Reprodução/Redes Sociais Entenda o caso A Operação Habeas Votum cumpriu dois mandados de prisão temporária, três de busca e apreensão em residências e dois de busca pessoal. A Justiça também determinou o afastamento de Gaudêncio Neto e Wlisses Alves das funções públicas e a suspensão do porte de arma. Segundo a PF, a vítima e os investigados apoiavam candidaturas diferentes nas eleições de 2026. A investigação aponta que a mulher teria sofrido violência sexual e ameaças para que interrompesse manifestações políticas feitas nas redes sociais. Gaudêncio Neto é investigado por suspeita de coação eleitoral. Já o delegado Wlisses Alves, além de ser investigado por coação eleitoral, foi denunciado por estupro. O vereador de Colinas e investigador da Polícia Civil Gaudêncio Neto (PSB) e o delegado Wlisses Alves presos em operação da Polícia Federal Reprodução/Redes Sociais De acordo com a Polícia Federal, a suspeita de que as intimidações estejam relacionadas às divergências político-eleitorais e ao possível uso abusivo de função pública fez com que o caso passasse…
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