Veja propostas de Douglas Ruas para os servidores estaduais do Rio
Rio de Janeiro08/10/2026 às 20:37
]]> O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (dia 8), indeferir o registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e declarar nulos os votos que recebeu nas urnas. Na prática, o pleito foi todo redesenhado e, com isso, Douglas Ruas (PL), está próximo de ser declarado governador do Rio já no primeiro turno. Lula e Flávio Bolsonaro: Saiba o que os presidenciáveis querem para o servidor federal Lei: Profissionais do Degase agora têm direito à meia-entrada na cidade do Rio de Janeiro A matemática é simples: como os votos de Garotinho foram anulados, mudou a base de cálculo. É como se, ao fim e ao cabo, os votos do candidato dos Republicanos nunca tivessem existido. Com isso, como Ruas havia terminado a apuração com 49,27% dos votos válidos, ele acabaria ultrapassando a marca de 50%, necessário para conquistar o pleito no 1º turno. Eduardo Paes (PSD), que 42,76% dos votos e iria disputar o segundo turno com o candidato do PL, já informou que irá recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto os trâmites ainda correm, e considerando que Ruas será o novo ocupante do Palácio Guanabara, vale relembrar as propostas do candidato para os servidores públicos estaduais. Afinal, ele será o principal gestor da máquina pública ao longo dos próximos anos. Em entrevista à coluna, o governador eleito prometeu o pagamento da recomposição inflacionária anual para os servidores durante todo o seu mandato. — Buscaremos fazer correções de injustiças, com transparência e responsabilidade fiscal — afirmou. No caso dos policiais militares, afirmou que irá alterar "o que define quem recebe a gratificação e vamos ter o Complemento de Simetria Remuneratória Militar (para quem aposentou sem a Gratificação de Risco de Atividade Militar)." Atualmente, a GRAM é paga apenas aos servidores que passaram para a inatividade após 1º de janeiro de 2022, quando a Lei 9.537/2021 entrou em vigor. O parecer é da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ), sob argumento de que a gratificação tem natureza de "pró-labore". — Na Educação, teremos uma gratificação focada no aprendizado. Vou orientar a PGE-RJ a atuar junto ao STF no Caso Master para garantir a…
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