Veja os setores da economia que dispararam na bolsa após o 1º turno
Economia06/10/2026 às 15:25
]]> Ibovespa bate recorde e dólar tem maior queda desde 2018 após 1º turno Nesta segunda-feira (6), no primeiro pregão após o primeiro turno das eleições presidenciais, o Ibovespa disparou 7,7% e superou pela primeira vez os 200 mil pontos, renovando seu recorde. O dólar caiu mais de 4%, voltou ao patamar de R$ 5, e as taxas de juros projetadas pelo mercado para os próximos anos recuaram com força. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A reação ocorreu após Flávio Bolsonaro (PL) encerrar a primeira etapa da disputa à frente de Lula (PT), com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16%. Entre as maiores altas da bolsa estavam Magazine Luiza, Cosan, B3, BTG Pactual e Vamos, todas com valorização superior a 20%. 🤔 Mas por que essas empresas subiram tanto? O que os setores que lideraram os ganhos têm em comum? A resposta está, principalmente, na sensibilidade dessas empresas aos juros. Varejo, bancos, locadoras, construção civil e companhias mais endividadas tendem a reagir com mais intensidade às mudanças nas expectativas para o custo do dinheiro. Por isso, as ações que mais avançaram foram justamente as de empresas mais expostas à economia doméstica e ao crédito. Veja a seguir por que cada um desses setores reagiu de forma tão intensa no pregão. Ações que mais subiram após o 1º turno Arte g1 Nesta terça-feira (6), por volta das 11h44, Azzas, Fleury, Cogna, Totvs e Yduqs estavam entre as maiores altas da Bolsa. A Azzas liderava os ganhos, com valorização de 5,05%, cotada a R$ 23,29. O dólar operava em queda, com recuo de 0,53%, cotado a R$ 4,9744. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,75%, aos 205.355 pontos. (veja aqui as cotações e acomanhe o mercado) Varejo e consumo Imagem de arquivo mostra loja do Magazine Luiza em SP Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo O Magazine Luiza foi a ação que mais subiu, com alta de 24,18%. C&A Modas, Assaí, Lojas Renner e Azzas 2154 também registraram forte valorização. 🔎 O varejo é especialmente sensível aos juros porque depende do crédito e do consumo das famílias. Quando as taxas caem, o financiamento tende a ficar mais barato, o que pode estimular as compras. Além disso, juros menores aumentam o…
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