Vasco tenta acordo para mandar jogo contra o Boca em São Januário e quer aumentar capacidade do estádio
rio25/09/2026 às 03:01
]]> Vasco, Conmebol e Boca Juniors iniciaram entendimentos para fazer em São Januário a partida de volta da semifinal da Sul-Americana no dia 20 de outubro. O clube carioca ofereceria 2.700 ingressos aos argentinos e teria a contrapartida na Bombonera, dia 13, no jogo de ida. Se os clubes oficializarem o acordo, a entidade flexibilizará a limitação de 30 mil torcedores para jogos desta fase. No ano passado, a Conmebol autorizou que o Independiente del Valle mandasse seu jogo na semifinal contra o Atlético-MG no “Banco Guayaquil”, estádio com capacidade para cerca de 12 mil pagantes - abaixo, portanto, dos 30 mil previstos no item 4.2.2 do Manual de Clubes. E é nisso que os vascaínos se escoram. Hoje, a carga máxima de São Januário é de 21.419 espectadores. Em ação à parte, a diretoria reúne plantas e laudos do estádio para tentar ampliar a capacidade junto ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos responsáveis. O clube sustenta o pedido lembrando que São Januário já recebeu 36.273 pagantes na final da Libertadores de 1998, contra o Barcelona (EQU) - competição da própria Conmebol. E cita a relação amistosa entre as torcidas dos dois clubes. Nas fichas que consegui levantar, a última vez que o Vasco jogou para mais de 30 mil pagantes em São Januário foi no 2 a 1 sobre a Ponte Preta, na João Havelange, em agosto de 2000. Só que em função da queda do alambrado na final do Brasileiro daquele ano, contra o São Caetano, o laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) limitou a capacidade do estádio em 20.435 pagantes. Para chegar a este número, o ICCE seguiu critérios do Código de Segurança contra Incêndio e Pânico: duas pessoas sentadas por m²; e deu margem para uma ocupação de 27.306 torcedores, com três pessoas em pé por m². Como as cadeiras das sociais abrigam 7 mil torcedores, este cálculo acaba sendo impactado. A intenção do Vasco é chegar a algo próximo a este número. SELEÇÃO. Gosto da ideia de um ataque com Estevão, Endrick, Vini Jr e Raphinha. Para início de novo ciclo da Copa do Mundo, não me parece ruim. Segue preocupando, porém, a ausência dos chamados “quebradores de linhas” - meias criativos que municiam o ataque. Antes de fechar questão, será…
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