Valdemar admite articulação por golpe no fim do governo Bolsonaro e se irrita com pergunta sobre Flávio 'tentar de novo'
Rio de Janeiro07/10/2026 às 20:10
]]> Até hoje, 1.402 eof eo eao programa Timeline da Rádio Gaúcha, nesta quarta-feira, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, defendeu a anistia ao envolvidos nos eventos de 8 de Janeiro, argumentou que planejamento de golpe não deveria ser considerado crime e, irritado com as perguntas sobre o tema, respondeu com um "sei lá" sobre as possibilidades de que Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, tente medida similar no futuro. Em seguida, porém, o próprio Valdemar afirmou que "nunca, jamais" isso seria cogitado, sobretudo após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. 'É sobre o meu marido': Michelle diz ao lado de Flávio que disputa presidencial é uma resposta 'aos injustiçados do 8 de janeiro' Saiba mais: Nunes Marques diz que revisão criminal de Bolsonaro só será analisada após segundo turno e pretende levar caso ao plenário Valdemar demonstrou otimismo com a possibilidade de Jair Bolsonaro ser anistiado e deixar a prisão domiciliar em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, que disputa o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após ficar à frente do petista no primeiro. O dirigente partidário voltou a afirmar que o ex-presidente não teria cargo numa gestão Flávio, mas que participaria informalmente. Ao falar sobre a promessa de anistia a todos os condenados por golpe de Estado, Valdemar explicou que a intenção é "soltar todos os militares que estão presos injustamente". Ele justificou sustentando que o planejamento golpista não deveria ser tratado como um crime. — A lei diz que você pode planejar um assassinato, mas se você não assassinou o camarada, e não tentou, não é crime — afirmou o presidente do PL, enquanto era questionado pelos entrevistadores sobre os eventos do 8 de Janeiro. — Tudo bem, discutiram de dar o golpe, mas não deram o golpe, e daí? O jornalista Paulo Germano, apresentador do Timeline, perguntou então se ele reconhecia que houve de fato um "planejamento" de golpe. Costa Neto respondeu positivamente: — Não tenha dúvidas. Quantos planejamentos você não faz e vê que depois que está errado e para no meio? — pontuou. Germando fez, então, a seguinte pergunta: "Quem nos garante que esse planejamento…
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