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Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos para aliviar efeitos colaterais; entenda os riscos

Destaques 27/10/2026 às 07:00
Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos para aliviar efeitos colaterais; entenda os riscos
]]> Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos para aliviar efeitos colaterais; entenda os riscos Adobe Stock Para Allison Vecchio, de 42 anos, os medicamentos à base de GLP-1 foram “um botão de reset na vida”, mas a um preço — efeitos colaterais como desconforto gastrointestinal, unhas quebradiças e sensação de fraqueza tão intensa que, às vezes, ela não conseguia sair da cama. Mas a enfermeira do pronto-socorro de Fort Pierce, na Flórida, disse que os sintomas diminuíram quando ela começou a tomar um coquetel de suplementos que incluía fibras, colágeno e eletrólitos — um conjunto que custa de US$200 a US$300 por mês. “É preciso realmente assumir o controle” para transformar a mera perda de peso em melhoria na saúde, disse ela. Medicamentos à base de GLP-1, como o Ozempic e o Wegovy, da Novo Nordisk, estão entre os maiores avanços médicos dos últimos anos, devido à sua eficácia no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, além de reduzirem o risco de doenças cardíacas. Cerca de 10 milhões de norte-americanos os utilizaram no ano passado, um número que pode chegar a 25 milhões até 2030, de acordo com uma pesquisa do JPMorgan. Seus efeitos colaterais, porém, têm levado muitas pessoas a recorrer a suplementos alimentares pouco regulamentados. Siga o canal do g1 Bem-Estar no WhatsApp Agora no g1 As vendas de suplementos nos EUA dispararam nos últimos anos, ultrapassando US$74 bilhões em 2025, de acordo com o Nutrition Business Journal. Embora os usuários confiem plenamente neles, sua crescente popularidade — impulsionada em parte pelas redes sociais — tem feito com que médicos levantem alertas e que órgãos reguladores considerem novas regras sobre como esses produtos chegam ao mercado. Vitaminas e suplementos não precisam de aprovação prévia da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), o que torna difícil avaliar sua credibilidade científica. Com influenciadores das redes sociais desempenhando um papel cada vez maior na promoção desses produtos, alguns pesquisadores médicos têm pedido mais regulamentação do marketing online de suplementos. Rob Fried, presidente-executivo da Niagen Bioscience , que registrou US$129 milhões em…
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