'Uma viagem de lazer virou um pesadelo', diz passageira vítima de esquema de tráfico internacional de drogas em aeroporto de SP
Destaques21/10/2026 às 03:00
]]> Como funcionários do aeroporto de Guarulhos facilitaram a entrada de drogas para o cime organizado O que era para ser uma viagem de férias aos Estados Unidos e ao Canadá acabou se transformando em um problema com repercussões criminais. Meses após retornar ao Brasil, a administradora Gabrielle Amador Silva recebeu uma intimação da Polícia Federal e descobriu que traficantes haviam usado seu nome em uma mala carregada com drogas. "A gente viaja para lazer e isso se tornou um pesadelo", relatou a passageira. Tudo começou quando sua mala foi extraviada durante uma conexão entre os dois países. A bagagem só foi recuperada 18 dias depois no aeroporto de Toronto. Antes de voltar ao Brasil, Gabrielle e o namorado gravaram vídeos para mostrar que a mala parecia intacta e não apresentava sinais de adulteração. Funcionários do aeroporto de Guarulhos participam de esquema que facilita entrada e saída de drogas Passageira descobre que foi vítima de esquema em aeroporto: 'pesadelo' Reprodução/TV Globo Drogas chegaram ao Brasil em nome da passageira De volta ao país, ela foi surpreendida pela investigação. A Polícia Federal encontrou duas malas abandonadas na esteira do aeroporto de Guarulhos. As bagagens eram semelhantes, continham 25 quilos de haxixe cada uma e estavam registradas em nome de duas passageiras que nunca se conheceram. "Foi enviada uma mala com drogas em meu nome para o aeroporto de Guarulhos sem que eu tivesse conhecimento", afirmou Gabrielle. Segundo o advogado da passageira, os indícios apontam para uma fraude envolvendo reimpressão ou troca de etiquetas de bagagem. As duas mulheres viajavam em voos diferentes e partiram de destinos distintos, o que reforça a hipótese de atuação de uma organização criminosa especializada nesse tipo de esquema. Passageira descobre que foi vítima de esquema em aeroporto: 'pesadelo' Reprodução/TV Globo Método já fez outras vítimas O golpe não é inédito. Em 2023, duas brasileiras passaram 38 dias presas na Alemanha após autoridades encontrarem cocaína em malas identificadas com os nomes delas. Posteriormente, a Justiça alemã reconheceu a inocência das duas e determinou indenização. No caso de Gabrielle, a defesa afirma que…
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