Turista paulista que morreu durante viagem para o Rio foi atingido por tiro enquanto dormia no banco do carona do carro
Rio de Janeiro05/11/2026 às 10:00
]]> Na noite do último dia 30, o morador de São Paulo e professor de Matemática Daniel Oliveira de Andrade, de 27 anos, entrou em um carro, junto com dois amigos, para iniciar uma viagem de turismo com destino ao Rio de Janeiro. O passeio comemorava a conclusão do mestrado de Daniel e a notícia de que ele havia sido aprovado para cursar o doutorado na Universidade de São Paulo (USP). A aproximadamente 40 quilômetros do Rio, já na madrugada do dia 31, a alegria se transformou em dor e morte. Homem morre baleado em confronto entre policiais e criminosos em São Gonçalo Traficantes torturam mulher que tem dois dedos decepados em Volta Redonda Um dos amigos dirigia o veículo, enquanto o segundo estava no banco traseiro. O professor dormia no banco do carona, com o assento reclinado, quando quatro disparos atingiram o carro, por volta das 2h30. Uma das balas acertou Daniel na altura da axila. O caso ocorreu quando o automóvel trafegava na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A vítima chegou a ser levada de ambulância para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas já deu entrada sem vida na unidade de saúde. Segundo a família do rapaz, os tiros teriam sido disparados por ocupantes de um veículo que tentavam parar um caminhão, provavelmente para realizar um assalto. —Falamos com um dos amigos que acompanhava Daniel na viagem, Ele era o estava dirigindo. Nos contou que havia um caminhão à frente deles e, atrás, um carro. Esse veículo começou a acelerar e a piscar os faróis, pedindo passagem. Ele retirou o carro do caminho, e o veículo fez a ultrapassagem, passando também o caminhão. Em seguida, começou a frear e a reduzir a velocidade do caminhão, o que nos faz acreditar que seria uma tentativa de assalto à carga. O motorista do automóvel em que meu cunhado estava acelerou para fugir, porque achou que estava acontecendo algo errado, e ultrapassou os dois veículos. Segundos depois, o carro que tentou parar o veículo de carga emparelhou com o automóvel, e homens armados efetuaram disparos. Isso nos faz pensar também que os bandidos podem ter achado que o carro em que meu cunhado estava fosse uma escolta armada do caminhão — disse…
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