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TSE nega ter mandado tirar canais políticos no WhatsApp do ar e pede isonomia nas plataformas

Destaques 23/10/2026 às 16:45
TSE nega ter mandado tirar canais políticos no WhatsApp do ar e pede isonomia nas plataformas
]]> TSE se reúne com representantes de grandes empresas de tecnologia para discutir tratamento igualitário a candidatos O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta sexta-feira (23) que não há decisão da Justiça Eleitoral determinando que canais de WhatsApp sejam retirados do ar. O tribunal também pediu que as plataformas digitais adotem as mesmas regras e medidas em relação às campanhas de candidatos que disputam o segundo turno, no próximo domingo (25). "O TSE não determinou a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar. Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos." Nesta manhã, segundo informações do blog da Natuza Nery, no g1, integrantes da campanha de Lula receberam a informação de que o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, poderia tirar do ar o canal “Exército do Lula” às 18h desta sexta. Reunião no TSE com representantes de plataformas Luiz Roberto/TSE Também nesta sexta, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, negou um pedido do deputado federal André Janones (Rede-MG) para impedir decisões ou resoluções que pudessem restringir ou interromper o funcionamento de canais. Floriano considerou que não cabia analisar o pedido porque Janones não apontou um ato concreto a ser impedido e porque a ação apresentada não era adequada para fazer um controle amplo e antecipado de eventuais decisões do tribunal. Segundo o ministro, até o momento, não há elemento objetivo que indique a realização do “julgamento relâmpago” mencionado por Janones. 'Pente-fino no canal' Nessa quinta-feira (22), o presidente do TSE deu prazo de 24 horas para que a Meta, responsável pelo WhatsApp, apresente um relatório técnico sobre o funcionamento do canal. A determinação atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que acusa o grupo de promover ações coordenadas nas redes sociais. A empresa deverá informar se identificou sincronização de atividades, replicação sistemática de conteúdos e eventual amplificação artificial de publicações. Google e X também foram acionados para prestar esclarecimentos sobre a circulação de termos e hashtags entre…
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