TSE derruba das redes sociais vídeo que mostra jovens presos com camiseta do PT
Destaques23/10/2026 às 22:08
]]> Policiais são acusados de obrigar suspeitos de tráfico a vestirem camiseta pró-Lula o O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a remoção do vídeo que mostra suspeitos de tráfico de drogas vestindo camisetas alusivas à campanha de Lula antes de serem levados à delegacia em Piracicaba (SP). Policiais militares que atuaram na ação, na quarta-feira (21), são acusados de obrigar os jovens a colocarem as camisas. "O conteúdo utiliza episódio policial específico para apresentar como fato a existência de relação entre o Partido dos Trabalhadores e a criminalidade, além de atribuir aos detidos preferência eleitoral que não se encontra demonstrada", citou a ministra do TSE Estela Aranha, em decisão na noite de quinta (22). O pedido ao TSE foi feito pela coligação "Brasil Pronto Pra Mais", que apoia a campanha do presidente Lula. A chegada dos detidos à delegacia foi gravada, e a imagem, compartilhada pelo senador eleito Guilherme Derrite (PP). Em nota, Derrite afirmou que o objetivo da publicação foi chamar a atenção para o aliciamento de jovens pelo tráfico de drogas e que não fez qualquer menção às camisetas utilizadas pelos envolvidos. No momento da publicação desta reportagem, o vídeo já havia sido removido dos perfis do senador nas redes sociais. Suspeitos de tráfico de drogas foram apresentados na delegacia de Piracicaba com camisetas do PT Reprodução/Redes sociais PMs podem responder por quatro crimes A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência com quatro crimes que os policiais militares podem responder. Entre os crimes tipificados no boletim de ocorrência constam: Ameaça, conforme artigo 147 da legislação Constrangimento ilegal, descrito no artigo 146 do Código Penal Abusos de autoridade, um por constranger preso ou detento mediante violência e grave ameaça Abuso de autoridade por invadir ou adentrar em imóvel à revelia da da vontade do ocupante Ainda segundo o delegado da Polícia Civil, Alex Adami, o caso será investigado por inquérito penal militar pela Corregedoria da PM, porque os acusados integram a corporação e as denúncias ocorreram durante exercício das funções dos militares. O g1 consultou o advogado criminalista e professor da…
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