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Trump rejeita plano de paz e reabertura de Ormuz do Irã e quer retomar bombardeios após eleições de novembro, diz jornal

Destaques 26/09/2026 às 01:07
Trump rejeita plano de paz e reabertura de Ormuz do Irã e quer retomar bombardeios após eleições de novembro, diz jornal
]]> Donald Trump e Masoud Pezeshkian durante seus respectivos discursos na Assembleia Geral da ONU Angela Weiss/AFP; Heather Khalifa/AP O presidente dos EUA, Donald Trump, deve rejeitar o plano apresentado pelo Irã para colocar um fim à guerra entre os dois países e planeja retomar os bombardeios após as eleições de meio de mandato nos EUA, em novembro. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As informações foram publicadas nesta sexta-feira (25) pelo jornal "The Wall Street Journal". "Em conversas privadas, Trump mostra-se cético quanto à possibilidade de o Irã atender às suas exigências e disse à sua equipe que considera provável uma nova campanha de bombardeios, segundo as autoridades", afirma a reportagem do "WSJ". O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou, nesta sexta, que seu país apresentou aos Estados Unidos um plano para reabrir o Estreito de Ormuz à navegação marítima em um prazo de sete dias. Agora no g1 "O Irã transmitiu aos Estados Unidos, por meio do Catar, um plano concreto de sete dias. Se as condições necessárias forem cumpridas, o estreito poderá ser reaberto e o trânsito marítimo habitual restabelecido em sete dias", declarou na sede da ONU em Nova York. "A decisão agora cabe aos Estados Unidos. O Irã não admite coerção, ameaças ou intimidação. O Irã não abrirá mão de seus direitos soberanos por pressões", enfatizou. Na última quinta-feira (25), o presidente do país, Masoud Pezeshkian, afirmou que os EUA devem decidir se querem encerrar a guerra e disse que seu país não deseja a continuidade do conflito. A declaração foi dada à emissora americana Fox News. Pezeshkian adotou um tom desafiador em seu discurso na Assembleia Geral da ONU na quarta-feira (24), quando afirmou que o Irã não vai se "ajoelhar" diante dos Estados Unidos. A declaração ocorreu após o presidente americano, Donald Trump, reconhecer que Washington mantém conversas com Teerã. "Quando as coisas podem ser resolvidas por meio do diálogo, não deveríamos nos matar. Mas, instigados por Israel, impuseram essa guerra a nós. Mas não queremos continuar. São os Estados Unidos que devem decidir se querem acabar com isso", disse Pezeshkian,…
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