Trump diz não acreditar que morte de pesquisadora da peste na Rússia possa estar ligada a arma biológica
Destaques07/10/2026 às 17:55
]]> Donald Trump fala com jornalistas na Casa Branca Jonathan Ernst/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a comentar nesta quarta-feira (7) a morte de uma funcionária de um laboratório de pesquisa sobre a peste na Rússia e disse não acreditar que o caso possa estar ligado a uma arma biológica. Repórter: "A peste na Rússia é uma arma biológica?" Trump: "Vamos descobrir em breve, mas não acreditamos nisso. Se você ouvir o que eles dizem, a situação está sob controle; mas as pessoas já disseram isso antes sobre outras coisas." Em outro momento, Trump disse esperar que a Rússia compartilhe "muito mais informações" com o governo dos EUA. Questionado se já conversou com Vladimir Putin sobre o caso, o presidente americano respondeu que ligaria nesta quarta para o líder russo. "Tenho uma ligação marcada. Hoje é o aniversário dele. Hoje é o aniversário de Vladimir Putin. Tenho certeza de que vocês vão comemorar. Vocês vão comemorar o aniversário dele? Mas, sim, tenho uma ligação marcada", afirmou Trump. 👉 A peste pneumônica é uma infecção pulmonar altamente contagiosa, que pode ser fatal, segundo a OMS. Ela é transmitida por meio de gotículas, ao contrário da peste bubônica, que afeta os gânglios linfáticos e é transmitida por pulgas infectadas. Rússia diz que não há risco de epidemia Mais cedo nesta quarta, a Rússia afirmou que não há "nenhum risco epidêmico" na Sibéria após a morte da funcionária do instituto de pesquisas. A Mongólia, no entanto, determinou o reforço da vigilância, enquanto vários países pediram mais transparência de Moscou. Peste pneumônica: o que se sabe sobre a morte de pesquisadora russa Na semana passada, o veículo russo "People of Baikal" noticiou a morte de uma mulher de 28 anos que trabalhava no laboratório do instituto da peste, em Irkutsk. Segundo a publicação, ela teria sido infectada após quebrar um tubo de ensaio. Os Estados Unidos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e países da União Europeia pediram que a Rússia seja transparente sobre o caso. “Mais de 90% das pessoas que tiveram contato com a paciente já passaram por acompanhamento médico. Nenhum problema de saúde relacionado a uma doença infecciosa foi…
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