TRF3 mantém pena de quase 60 anos de Gerson Palermo, apontado como chefe do PCC que ficou 6 anos foragido
Mundo14/10/2026 às 00:08
]]> Gerson Palermo, chefe do PCC solto por desembargador de MS é preso na Bolívia A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) negou, por unanimidade, os recursos apresentados pelas defesas e manteve integralmente as condenações de Gerson Palermo e de outros oito réus no âmbito da Operação All In, investigação que desarticulou uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico internacional de drogas. 🔎Deflagrada em 2017, a operação identificou um esquema que atuava em cinco estados e utilizava nomes de terceiros, conhecidos como “laranjas”, para movimentar dinheiro e registrar ou transferir bens, como imóveis, veículos e aeronaves. Na época, a investigação apontou que o grupo usava até nomes de usuários de drogas e pessoas em situação de rua para ocultar o patrimônio. 🔎🔎Gerson Palermo é apontado pelas investigações como líder e articulador da organização criminosa, que atuava no tráfico transnacional de cocaína trazida da Bolívia. Ele foi preso em maio de 2026, após passar seis anos foragido, depois de ter sido beneficiado com prisão domiciliar. Com a decisão do TRF3, Palermo continuará cumprindo pena em regime inicial fechado. A decisão é do dia 30 de setembro e cabe recurso. O g1 não conseguiu contato com as defesas dos réus. O que as defesas alegaram As defesas dos condenados apresentaram uma série de argumentos para tentar anular as condenações ou questionar a validade do processo. Entre as alegações estavam: Nulidade das interceptações telefônicas: questionamentos sobre a legalidade das escutas realizadas durante a investigação. Incompetência da Justiça Federal: argumento de que o caso não deveria ser julgado pela Justiça Federal. Inépcia da denúncia e ausência de justa causa: alegações de falhas na acusação e de falta de elementos suficientes para sustentar o processo. Cerceamento de defesa e indeferimento de provas: questionamentos sobre possíveis limitações ao direito de defesa. Ausência de defesa técnica: alegação de que não houve assistência jurídica adequada. Suspeição e parcialidade do juízo: questionamentos sobre a imparcialidade do responsável pelo julgamento. Ilicitude das provas: contestação da legalidade de elementos…
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