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Três policiais civis são alvos de operação por suspeita de cobrar R$ 100 mil de empresário em Niterói

Destaques 06/11/2026 às 16:07
Três policiais civis são alvos de operação por suspeita de cobrar R$ 100 mil de empresário em Niterói
]]> Três policiais civis são alvos de operação por suspeita de cobrar R$ 100 mil de empresário em Niterói O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Corregedoria da Polícia Civil fizeram, nesta sexta-feira (6), uma operação contra três policiais civis denunciados por exigir R$ 100 mil de um empresário dono de uma fábrica de gelo em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A operação teve como objetivo cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos agentes. Durante a ação, o policial Rogério de Oliveira Gomes foi preso em flagrante por estar com uma arma registrada em nome de outra pessoa. Os outros dois policiais alvos da operação são Felipe de Oliveira Busch e Diego Gonçalves Vianna. Os três são lotados na Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti), em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Os agentes estiveram em dois endereços de Rogério: um condomínio na Estrada Benvindo de Moraes, no Recreio, e outro imóvel em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste. Ele estava no segundo endereço quando foi preso. Segundo a denúncia do Ministério Público, o caso começou em maio do ano passado, quando os policiais foram até a fábrica de gelo, no bairro do Caramujo, em Niterói, para apurar uma denúncia de maus-tratos contra uma pessoa idosa. Três policiais civis são alvos de operação por suspeita de cobrar R$ 100 mil de empresário em Niterói Reprodução/TV Globo De acordo com o MPRJ, a fiscalização teria sido usada como pretexto para extorquir o empresário. No local, os agentes passaram a questionar a procedência dos equipamentos e a ligação de energia elétrica da empresa, afirmando que havia irregularidades. Os policiais teriam dito que, para não tomar providências contra a fábrica, o empresário deveria pagar R$ 100 mil. “Desde o primeiro momento, a conclusão final é que essa pseudodenúncia anônima para apurar maus-tratos foi uma desculpa para ingresso no local, já com o intuito de fazer ali a exigência, o constrangimento da fábrica de gelo para essa vantagem financeira”, afirmou Fabio Corrêa, coordenador do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do MPRJ. Empresário entregou R$ 30 mil Segundo a investigação, o…
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