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Três grávidas são mortas em duas semanas no ES: por que suspeitos vão responder por aborto?

Destaques 24/10/2026 às 07:00
Três grávidas são mortas em duas semanas no ES: por que suspeitos vão responder por aborto?
]]> Três mulheres grávidas foram assassinadas em duas semanas no Espírito Santo Arquivo pessoal Três mortes violentas de mulheres grávidas foram registradas em um período de duas semanas no Espírito Santo. Dois dos crimes foram tipificados como feminicídios, já que os suspeitos tinham algum vínculo com as vítimas. No terceiro caso, uma reviravolta inocentou o marido de uma delas após ele ter sido preso como suspeito. Os casos por si só já chamam bastante atenção, mas também envolveram um crime pouco conhecido, tipificado como aborto cometido por terceiro sem consentimento da gestante. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Previsto no artigo 125 do Código Penal brasileiro, o crime consiste em provocar a interrupção da gravidez de uma mulher contra a sua vontade ou sem que ela saiba. Ou seja, quando uma gestante é assassinada e o bebê morre por consequência disso, a Justiça não considera que houve um duplo homicídio, mas sim um homicídio ou feminicídio da mulher que também resultou em um aborto que a vítima não consentiu. Caso Laydiane Laydiane Lacerda da Silva, de 33 anos, estava grávida de cinco meses e foi encontrada morta dentro de casa em Pedro Canário, no Espírito Santo Arquivo pessoal O primeiro crime aconteceu em 3 de outubro, em Pedro Canário, no Norte do Espírito Santo. Laydiane Lacerda da Silva, de 33 anos, estava grávida de cinco meses e foi encontrada morta dentro de casa com marcas de facadas no pescoço. Na data do crime, o companheiro Rafael Alves, de 29 anos, foi preso em flagrante por feminicídio. Rafael ficou preso até o caso passar por uma reviravolta. Treze dias depois, um homem identificado como Adriel de Jesus Sena, de 21 anos, foi preso por tentativa de latrocínio e estupro e confessou ter matado Laydiane, segundo a Polícia Militar. A motivação do crime não foi informada. Com a prisão do novo suspeito, Rafael foi solto pela Justiça após passar 18 dias no presídio. Até a publicação desta reportagem, o caso permanecia em investigação pela Polícia Civil. Delegacias da mulher do ES: veja a lista e saiba quais funcionam 24 horas Caso Juliana Juliana Paulo Pinto estava grávida de 4 meses e foi encontrada morta com corpo…
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