TRE-RN solicita força federal para Doutor Severiano após assassinato de irmão de prefeita
inicio23/09/2026 às 11:22
]]> TRE-RN pede forças federais para Doutor Severiano O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) forças federais de segurança para atuar na cidade de Doutor Severiano nas eleições de 2026. A solicitação acontece por conta do assassinato do irmão da prefeita, que também era secretário municipal de Agricultura, ocorrido no domingo passado (20), durante um comício. O pedido foi feito pela presidente do TRE-RN, desembargadora Martha Danyelle Sant’Anna Costa Barbosa, no dia 21 de setembro, e referendada pelo Pleno do Regional em sessão plenária desta terça (22). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp O processo será submetido à apreciação do TSE, conforme previsto na legislação eleitoral. Portanto, só após a decisão do TSE é que será definido se a força federal será enviada para a cidade ou não. 🔎 O que é? A requisição de força federal é uma medida excepcional destinada a assegurar o livre exercício do voto e a normalidade das atividades de votação e apuração. A providência está fundamentada no artigo 1º da Resolução TSE nº 21.843/2004, que exige a existência de fatos e circunstâncias capazes de demonstrar receio de perturbação dos trabalhos eleitorais. Exército reforça a segurança no dia de eleição em Sobral Mateus Ferreira/SVM A presidência do TRE-RN apontou o caso em Doutor Severiano tem relevância para a Justiça Eleitoral por conta das circunstâncias em que ocorreu: durante uma mobilização política; com emprego de arma de fogo; em local de concentração de pessoas; e às vésperas do primeiro turno das eleições. Um policial militar foi preso no dia seguinte suspeito de cometer o crime. O TRE ressalta ainda que o pedido não estabelece vínculo entre o crime e qualquer candidatura, nem antecipa conclusões sobre a motivação do homicídio. "A apuração desses aspectos permanece a cargo das autoridades criminais", informou o TRE. De acordo com o Tribunal, no entanto, sob a perspectiva eleitoral, a ocorrência de violência armada em um ambiente de mobilização política pode gerar insegurança e afetar a liberdade de participação de eleitores, candidatos, apoiadores e servidores da Justiça…
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