Transatlântico zarpa ao Caribe para evento com 5.802 passageiros adeptos do swing e do casamento aberto
Rio de Janeiro08/11/2026 às 12:24
]]> O transatlântico Wonder of the Seas, da Royal Caribbean, parte na segunda-feira (9/11) de Miami (Flórida, EUA) para uma viagem de sete noites no Caribe. Mas não se trata de um evento turístico comum. A gigantesca embarcação foi fretada pela empresa Bliss Cruise, voltada exclusivamente a casais, para o que está sendo chamado de o maior encontro do segmento "lifestyle" já realizado. Os turistas do "Wonderland Cruise", como a viagem é oficialmente chamada, são adeptos do swing ou do casamento livre. "Lifestyle" é o termo abreviado preferido para a não monogamia consensual, abrangendo desde a troca de casais até relacionamentos abertos, um segmento em franca expansão no turismo. "O que vemos hoje não é apenas um crescimento no número de marcas [de cruzeiros voltados a um estilo de vida específico], mas um aumento significativo no tamanho das embarcações que elas utilizam”, afirmou à CNN Mickey Gordon, apresentador do podcast "Casual Swinger". Segundo ele, explicou que, enquanto esses cruzeiros costumavam ser eventos de nicho, com cerca de 800 passageiros, hoje eles ocorrem em alguns dos maiores navios em alto-mar, que frequentemente esgotam suas vagas com 5 mil hóspedes ou mais por viagem. "Simplesmente não existe nenhum lugar no mundo onde você possa encontrar mais ‘pessoas como eu’ do que em um cruzeiro desse tipo. Só esse fato já é suficiente para vender a viagem", declarou ele. Ele está certo: o "Wonderland Cruise" está com lotação esgotada desde março. O gigantesco navio receberá 5.802 passageiros — todos com 21 anos ou mais. A grande maioria vem dos EUA, país que responde por 87% das reservas, seguido pelo Canadá e outras nações. Segundo a Bliss Cruise, haverá passageiros de 47 países a bordo. Cruzeiro reunirá adeptos do swing e do casamento aberto em transtlântico no Caribe Divulgação/Bliss Cruise A distribuição entre homens e mulheres no cruzeiro é praticamente equilibrada. É uma exigência que cada cabine acomode, pelo menos, um homem e uma mulher. Grupos de três pessoas — desde que incluam, no mínimo, um homem e uma mulher — podem compartilhar a mesma cabine. Grupos de quatro pessoas, compostos por duas mulheres e dois homens, também são permitidos,…
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