Torcedor suspeito de praticar ato racista no Gre-Nal presta depoimento à polícia
Esportes14/10/2026 às 16:12
]]> Delegado Vinícius Nahan explica investigação sobre ato de racismo praticado por torcedor do Grêmio O torcedor que cometeu suposto ato racista no Gre-Nal de domingo, na Arena, prestou depoimento na Polícia Civil na manhã desta quarta-feira, acompanhado de seu advogado. O delegado Vinícius Nahan, responsável pelo caso, disse que o homem de 29 anos admitiu ter feito gestos que imitavam um macaco, mas disse que não teve intenção de ser racista. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Polícia Civil analisa suposto caso de racismo no Gre-Nal 455 Segundo o delegado, o homem possui antecedentes criminais por homicídio e tráfico de drogas, além de ter envolvimento em tumultos na Arena do Grêmio por crimes previstos no Estatuto do Torcedor. A polícia pretende ouvir mais uma testemunha e analisar as imagens das câmeras de segurança enviadas pelo Grêmio para concluir o inquérito e enviar ao Poder Judiciário na quinta-feira. – A principal alegação defensiva dele foi que ele não teve intenção de praticar racismo. Ele admitiu que imitou um macaco direcionado à torcida do Internacional, mas para ele, esse gesto, ele é uma forma de provocação à torcida do Inter. Então, está dentro dessa rivalidade – disse o delegado, titular da Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância. Leia também + Grêmio identifica e suspende sócio-torcedor investigado por suposto gesto racista no Gre-Nal Advogado de torcedor do Grêmio fala sobre investigação de racismo no Gre-Nal O advogado Lucas Bianchi, responsável pela defesa do torcedor, afirmou que seu cliente fez um "gesto infeliz" após ser provocado com ofensas de cunho homofóbico por torcedores do Inter, mas que em nenhum momento teve intenção de ser racista. – É importante a gente deixar claro que se trata de uma pessoa parda, a esposa dele é negra, ele tem filhos pardos. Então, infelizmente foi um gesto inadequado, infeliz, mas ele não teve o intuito de ser racista. Isso que precisa ficar bem claro – declarou o advogado. Além do crime de racismo, o suspeito é investigado por possível crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), uma vez que praticou a conduta em frente ao filho de 8 anos, expondo a criança a…
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