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Torcedor do Grêmio morre em jogo na Arena, e família reclama de demora no atendimento

esportes 24/09/2026 às 13:00
Torcedor do Grêmio morre em jogo na Arena, e família reclama de demora no atendimento
]]> Podcast ge Grêmio avalia postura de Portaluppi: "É um Renato mais maduro" Um torcedor do Grêmio morreu na Arena durante a partida contra o Palmeiras, no último domingo. O aposentado Euclides Maciel dos Santos, de 74 anos, estava na arquibancada Superior Leste e sofreu uma parada cardiorrespiratória. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Grêmio 0 X 0 Palmeiras | Melhores momentos | 28ª rodada | Brasileirão 2026 + Alô, torcida tricolor! O ge Grêmio está no WhatsApp! A família reclama da demora no atendimento médico. Uma torcedora, técnica em enfermagem, prestou os primeiros socorros. – Deitamos ele na arquibancada, e uma torcedora ajudou a fazer a massagem cardíaca. Começaram a chegar alguns bombeiros, que ficam ali na volta, mas eles não iniciaram o procedimento. A ambulância estava do outro lado do estádio. Não sei exatamente, mas levou de 25 a 30 minutos para os médicos da Unimed chegarem – afirma Jonas Rodrigues dos Santos, de 20 anos, neto que acompanhou Euclides no jogo. – Meus sobrinhos me ligaram no momento em que meu pai desmaiou no estádio, às 11h23, me pedindo que eu fosse direto para lá. Demorei para chegar no estádio, infelizmente. O óbito foi declarado às 12h14. Eu fui só saber do óbito dele quando a equipe desceu com meu pai no elevador. Vi ele já sem vida na maca – acrescenta a filha, Tainá dos Santos, de 30 anos, a mais nova de quatro irmãos. Arena do Grêmio antes de jogo contra o Palmeiras Rafael Favero A técnica de enfermagem Elvia Calixto questiona a demora na chegada da equipe médica. O jogo entre Grêmio e Palmeiras teve 50.694 pessoas, mas ela acredita que o público não foi motivo para a atuação médica que, segundo ela e os familiares, foi tardia. Ela relata ao menos 30 minutos entre a parada cardíaca e o atendimento. – Eu acho que faltou profissional mesmo. Eu ouvi um bombeiro relatar pelo rádio que só havia um desfibrilador, em uma ambulância do outro lado do estádio. Desci correndo as arquibancadas e falei para os bombeiros iniciarem o RCP (reanimação cardiopulmonar). Ele estava em parada cardíaca e em Gasping (respiração anormal, lenta e profunda). Então, eu iniciei o procedimento. – As bombeiras tiveram dificuldades…
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