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'Tive câncer aos 6 anos, aos 7 e novamente aos 12': a história de uma paciente com síndrome genética rara

Destaques 22/10/2026 às 03:00
'Tive câncer aos 6 anos, aos 7 e novamente aos 12': a história de uma paciente com síndrome genética rara
]]> Isabel Teixeira revela diagnóstico de síndrome genética que aumenta risco de câncer Uma alteração genética herdada marcou a vida da auxiliar de farmácia Andréa Domingues desde a infância. Aos 6 anos, ela recebeu o primeiro diagnóstico de câncer e precisou enfrentar a doença novamente, aos 7 e 12. A sequência de tumores acabou levando à descoberta de uma condição rara, a síndrome de Li-Fraumeni, que aumenta significativamente o risco de diversos tipos de câncer ao longo da vida. "A primeira vez que eu tive o câncer, eu tinha 6 anos. Foi um câncer de suprarrenal, ele pesou 3 quilos", relembra. "Depois ele apareceu no rim, fiz a cirurgia e retirei o rim esquerdo. Quando eu tinha 12 anos, ele apareceu novamente no pulmão e aí eu tirei um terço do pulmão direito." A história de Andréa ilustra os desafios enfrentados por pessoas que convivem com a síndrome de Li-Fraumeni, uma alteração hereditária causada por mutações no gene TP53, conhecido pelos especialistas como o "guardião dos genes". Quando esse mecanismo de proteção falha, o organismo perde parte da capacidade de impedir o crescimento desordenado de células tumorais. Você não herda o câncer, herda o risco: entenda a síndrome de Li-Fraumeni, diagnosticada em Isabel Teixeira 'Tive câncer aos 6 anos, aos 7 e novamente aos 12': história de uma paciente com síndrome genética rara Reprodução/TV Globo Diagnóstico precoce e vigilância constante Desde os episódios de câncer na infância e adolescência, Andréa passou a seguir uma rotina rigorosa de monitoramento. O acompanhamento inclui exames periódicos capazes de identificar eventuais tumores ainda em estágios iniciais. Ressonâncias anuais, ultrassonografias e exames de saguem fazem parte da rotina de tratamentos. Desde que iniciou o protocolo, nenhum novo turmo foi detectado. Segundo especialistas que acompanham pacientes com a síndrome, o rastreamento frequente é uma das principais ferramentas para aumentar a sobrevida. A recomendação é que os exames sejam realizados nos intervalos definidos pelos protocolos médicos, mesmo na ausência de sintomas. "Aqueles que aderem ao rastreamento, que aceitam fazer os exames da forma que é preconizado, viveram mais do que quem…
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