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Tifanny vai ao lançamento da Superliga e cogita entrar na Justiça para jogar: "Mostrar que eu existo"

Esportes 01/10/2026 às 21:57
Tifanny vai ao lançamento da Superliga e cogita entrar na Justiça para jogar: "Mostrar que eu existo"
]]> Tifanny desabafa sobre chance de não jogar a Superliga Tifany Abreu fez um forte desabafo no evento de lançamento da Superliga 2026/27, nesta quinta-feira (1º), em São Paulo, sobre nova regra que bane atletas trans de competições femininas de vôlei. Mesmo sem saber se poderá disputar a competição por causa da nova política de elegibilidade adotada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a oposta representou o Osasco na cerimônia. Na saída, se emocionou ao comentar a situação. Ela afirmou que lutará pelo direito de voltar às quadras e cogita recorrer à Justiça. Presidente da CBV, Radamés Lattari reforçou que a entidade vai seguir as novas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI). Técnico do Osasco, Luizomar comenta sobre situação de Tifanny na Superliga + Superliga 2026/27 é lançada com novas regras e transmissão de todos os jogos pelo Grupo Globo + Com um líbero e oito substituições por set, Polônia começa a testar mudanças da FIVB; entenda + Carolana projeta volta ao vôlei após cirurgias para tratar câncer: "Momentos super desafiadores" — Quero terminar a minha carreira de atletas com o pé direito, digna de uma aposentadoria, digna de falar eu comecei, eu terminei, eu inspirei e agora vou começar a ajudar outras pessoas fora de quadra. Não assim expulsa, não assim proibida, jogada na sarjeta como se nada tivesse acontecido. Eu espero que algo possa mudar. Se não for uma boa conversa, de bom acordo, que seja na Justiça. E que a justiça possa estar do meu lado, porque não faço nada de errado, só estou trabalhando — afirmou Tifanny. Tiffany compareceu ao lançamento da Superliga mesmo impedida de jogar Beatriz Cesarini A jogadora de 41 anos disputa a Superliga desde 2017 e está em sua sexta temporada pelo Osasco. Ela foi afetada pela decisão da CBV, anunciada em agosto, de adotar a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a elegibilidade de atletas na categoria feminina. Pela nova regra, as jogadoras deverão apresentar teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento masculino. A atleta que não comprovar a elegibilidade ficará impedida de disputar as competições. Pronunciamento de Radamés Lattari,…
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