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Testemunha diz que bombeiro quebrou vidro do carro com cotoveladas antes de matar estudante a tiros em Taubaté

Destaques 01/10/2026 às 16:08
Testemunha diz que bombeiro quebrou vidro do carro com cotoveladas antes de matar estudante a tiros em Taubaté
]]> Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, era estudante do 4º semestre de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau). Reprodução/TV Vanguarda Uma testemunha protegida contou à Polícia uma versão diferente da apresentada pela defesa de Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, acusado de atirar e matar o estudante de Medicina, Bruno Hashimura San Julano, de 23 anos, em uma discussão de trânsito nesta quarta-feira (30), em Taubaté. Segundo apurou a reportagem da TV Vanguarda, uma testemunha contou que estava parada no semáforo, próximo ao local da ocorrência, quando presenciou tudo o que aconteceu. De acordo com a testemunha, Marcos Paulo desceu do Jeep Renegade onde estava e começou a gritar em direção ao estudante. Em seguida, segundo o depoimento, ele teria desferido três cotoveladas no vidro, conseguindo quebrá-lo. Logo depois, foram feitos os disparos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp A testemunha afirmou que conseguiu visualizar o que aconteceu pela janela do passageiro e pelo para-brisa de seu veículo, em razão da proximidade entre os carros. Ela contou aos policiais ainda que Bruno permaneceu o tempo todo dentro do carro, com os vidros fechados, sem discutir e sem se projetar para fora do carro. A versão dada pela testemunha contesta o que foi apresentado por Marcos Paulo à Polícia em seu depoimento e o que foi argumentado pela defesa. Bombeiro é levado em viatura após prisão em flagrante em Taubaté. Reprodução/TV Vanguarda Segundo o advogado Cláudio Rodrigues, Marcos saiu de Caçapava por volta das 7h acompanhado da esposa e do filho, que estava febril. A família seguia para Taubaté em busca de atendimento médico. De acordo com a defesa, durante o trajeto, um Chevrolet Prisma teria se aproximado do carro onde estava a família. O advogado afirma que a esposa de Marcos teria ouvido o motorista gritar e visto um objeto que parecia ser uma arma. "Ela pediu ao seu marido: acelera, acelera, que é assalto", afirmou o advogado. Ainda segundo a versão apresentada pela defesa, Marcos acelerou para tentar fugir, mas precisou parar em um semáforo. O outro veículo teria parado à frente. Bombeiro militar é identificado como autor…
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