← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga

Destaques 18/10/2026 às 00:28
Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga
]]> Tecnologia ajuda a monitorar o Museu do Ipiranga e prevenir problemas na estrutura A tecnologia usada para monitoramento e conservação do Coliseu de Roma, na Itália, vai ajudar a proteger um patrimônio histórico, aqui no Brasil: o Museu do Ipiranga. Um escaneamento a laser, em 3D, permite antecipar possíveis riscos e problemas na estrutura. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Já são 131 anos de história. Mas o Museu do Ipiranga não aparenta a idade que tem. Construções envelhecem - e, como acontece com a gente, nem sempre os problemas aparecem na superfície. Foi para encontrar falhas, imperfeições escondidas, que essa equipe de pesquisadores da Universidade de Ferrara, na Itália, passou as últimas semanas trabalhando dentro e fora do edifício histórico. Imagine que a gente vá capturar uma foto do museu. A imagem seria bem diferente do que os pesquisadores estão buscando - eles querem enxergar o museu milimetricamente, cada detalhe, inclusive aqueles que, olhando assim, a gente não enxerga. Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga Reprodução/TV Globo O pesquisador Marcello Balzani explica que é como fazer um exame de raio-x, uma tomografia. A ideia é navegar pelo espaço como se ele fosse um órgão ou um músculo do corpo humano. "É como fazer um raio-X, um ultrassom ou uma tomografia, não é? Existe essa ideia de navegar pelo espaço como se ele fosse um órgão, um músculo", diz Marcello Balzani, professor de Arquitetura da Universidade de Ferrara. Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga Reprodução/TV Globo A tecnologia cria um modelo digital 3D da construção. Scanners a laser calculam com precisão a posição de cada detalhe do prédio. Isso forma uma "nuvem de pontos"; coordenadas espaciais que registram desníveis, fissuras e deformações, por exemplo. Por fim, um programa de computador cria um "gêmeo digital" do museu. Essa tecnologia é a mesma que foi usada no Coliseu, em Roma, para ajudar na conservação da construção de quase dois mil anos. Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga Reprodução/TV Globo O trabalho é uma…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial