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'Tamagotchi' com IA: como funciona o Muse Charm, novo dispositivo da Meta

inicio 24/09/2026 às 20:47
'Tamagotchi' com IA: como funciona o Muse Charm, novo dispositivo da Meta
]]> Muse Charm Divulgação/Meta No evento anual da Meta na última quarta-feira (23), Mark Zuckerberg, chefão da empresa, fez várias referências irônicas à Apple para depois seguir o exemplo de Steve Jobs em uma revelação surpresa: uma espécie de "Tamagotchi" com um agente de inteligência artificial. O aparelho é chamado de Muse Charm, tem o tamanho de um relógio de bolso e lembra os aparelhos com os bichos virtuais coloridos que se tornaram um fenômeno cultural década de 1990. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Ele representa o desejo de grandes redes sociais de se livrar dos sistemas operacionais da Apple e do Google por uma plataforma própria. Com o Muse Charm, usuários interagem com um personagem virtual e usam o agente de IA Muse diretamente, sem passar por aplicativos em seus celulares. O dispositivo tem tela de aproximadamente 2 polegadas que pode ser controlada com o polegar e suporte para internet 5G, que permite acesso à IA mesmo sem Wi-Fi. A principal diferença para o celular é que ele não pode fazer chamadas. Agora no g1 Analistas apontam que o Muse Charm pode atrair os consumidores mais jovens, em um momento em que câmeras digitais, celulares dobráveis e tocadores de MP3 estão voltando à moda com um toque nostálgico. Muitos desses usuários já tratam assistentes de IA como companheiros ou parceiros de discussão, em vez de simplesmente ferramentas de busca. Eles interagem com a tecnologia por meio de notas de voz, vídeos curtos e chatbots de IA, ao contrário de usuários mais velhos, que geralmente se sentem mais à vontade com computadores e aplicativos de smartphone. Jovens voltam a usar iPods para fugir das distrações do celular Para Linda Sui, fundadora da empresa de pesquisa de mercado Smart Analytics Global, a combinação entre IA, moda e personalização pode atrair usuários mais jovens, mas destaca que é preciso haver cautela sobre o potencial. "A menos que o Muse Charm possa oferecer funções exclusivas que smartphones, relógios, fones de ouvido ou óculos inteligentes não consigam substituir facilmente, é mais provável que ele continue sendo um dispositivo 'legal de se ter' para os primeiros usuários do que se torne um produto de…
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