Suspeito de cometer injúria racial durante confusão política na UFCG é solto após audiência de custódia
Destaques09/10/2026 às 21:12
]]> Estudantes são detidos após confusão em Campus da UFCG, na PB O homem preso por suspeita de injúria racial durante uma confusão política na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) foi solto nesta sexta-feira (9), após passar por audiência de custódia. A informação foi confirmada pela Polícia Civil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A confusão aconteceu na manhã da quinta-feira (8), após homens retirarem cartazes políticos que haviam sido colocados por estudantes no campus da universidade. Durante a discussão, uma estudante idosa teria sido vítima de injúria racial por um dos homens envolvidos na retirada dos materiais, segundo relatos de pessoas que presenciaram a situação. Além do homem suspeito de cometer a injúria racial, outras duas pessoas foram encaminhadas à delegacia. Uma delas foi acusada de cuspir no rosto de um policial durante a ocorrência. Segundo informações apuradas pela TV Paraíba, essa pessoa assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberada ainda na quinta-feira. Como começou a confusão Três pessoas são detidas após confusão na UFCG, em Campina Grande Carol Santos/TV Paraíba O professor da UFCG João Lima Neto relatou ao g1 que os homens envolvidos teriam se identificado como fiscais eleitorais e da universidade. Segundo ele, um dos homens afirmou que já havia retirado um cartaz e que faria isso novamente. Quando o professor tentou impedir a retirada do material, houve empurrões, conforme o relato. Ainda de acordo com informações apuradas pela TV Paraíba, dois dos homens envolvidos deixaram o local em uma motocicleta. O terceiro foi levado pela Polícia Militar para a Central de Polícia, sob escolta, devido ao receio de que fosse agredido pelos estudantes. Um estudante também foi conduzido pela PM após, segundo um policial, cuspir e atingir um agente durante a confusão. Pessoas que presenciaram a situação disseram que estudantes envolvidos na discussão foram orientados a registrar boletim de ocorrência sobre a suposta injúria racial. O professor João Lima Neto informou ainda que uma equipe da universidade, um advogado e integrantes do setor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que atua em casos…
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