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Suposto golpe imobiliário chega a 14 vítimas e prejuízo de R$ 3,2 milhões em MG

Destaques 21/10/2026 às 18:23
Suposto golpe imobiliário chega a 14 vítimas e prejuízo de R$ 3,2 milhões em MG
]]> Suposto golpe imobiliário chega a 14 vítimas e prejuízo de R$ 3,2 milhões em MG As investigações sobre um suposto golpe imobiliário no Sul de Minas chegaram a 14 vítimas, com prejuízo estimado em R$ 3,2 milhões, segundo atualização da Polícia Civil. O caso envolve negociações de compra e venda de imóveis intermediadas pela imobiliária Newhouse Ltda., de Pouso Alegre (MG), e por corretores da região. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Na semana passada, as apurações apontavam um prejuízo estimado em R$ 850 mil. Com o surgimento de novos registros de ocorrência e depoimentos, os valores e o número de pessoas afetadas aumentaram. De acordo com a Polícia Civil, as investigações foram divididas entre as comarcas responsáveis pelos registros. Em Bueno Brandão (MG), há cinco registros de eventos de defesa social, que somam 12 vítimas. Em Pouso Alegre, a Delegacia de Defraudações conduz dois procedimentos. Suposto golpe imobiliário chega a 14 vítimas e prejuízo de R$ 3,2 milhões em MG Reprodução EPTV Os investigadores buscam ouvir todas as vítimas e testemunhas para dimensionar a extensão dos possíveis crimes. Leia também: Polícia Civil investiga corretor suspeito de aplicar golpes imobiliários e causar prejuízo de R$ 850 mil em MG Como funcionaria o suposto golpe O caso veio à tona no início de outubro, quando compradores procuraram a polícia para relatar possíveis irregularidades em contratos de compra e venda de imóveis em Pouso Alegre. Segundo os relatos, os compradores pagavam entradas, quitavam débitos ou assumiam dívidas de imóveis financiados. No entanto, os valores não eram repassados aos proprietários originais nem às instituições financeiras responsáveis pelos financiamentos. Em alguns casos, as vítimas só percebiam o problema quando tentavam regularizar a documentação dos imóveis que acreditavam ter comprado. Ministério Público e Creci acompanham o caso O Ministério Público informou que, até o momento, não instaurou procedimentos contra a empresa, mas acompanha os inquéritos conduzidos pela Polícia Civil e pela Promotoria de Justiça de Bueno Brandão. Já o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG) informou que…
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