"Sou o Normal One": como Abel viveu a classificação do Palmeiras entre dor e recados na mão
Esportes22/10/2026 às 14:00
]]> Abel Ferreira celebra quarta final de Libertadores no comando do Palmeiras Sentado no banco de reservas, minutos antes de a semifinal da Conmebol Libertadores começar, Abel Ferreira balançava a perna incessantemente sem nem sequer imaginar o que viria pela frente. Começou a quarta-feira jogando padel, pensando em desestressar com a comissão técnica no Palmeiras, e terminou a noite com a mão riscada, a euforia contida e uma dor de cabeça que o impediu até mesmo de lembrar o que havia dito na entrevista da classificação. Pela quarta vez, e sem assistir aos pênaltis contra o Fluminense no campo, Abel leva o time à final da Libertadores com o sonho, acima de tudo coletivo, de ser campeão. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp Veja a entrevista coletiva de Abel Ferreira após classificação do Palmeiras à final da Libertadores – Vou ser muito sincero. Não estou com a euforia toda, não é por estar cansado, mas quando representas um clube do tamanho do Palmeiras, as expectativas dentro de ti são enormes. Parece que normalizamos. O Palmeiras na história tem oito finais, nós conseguimos quatro. – Eu disse de forma simples e honesta, mas talvez não da melhor forma, que desfrutem. Não sou maior que ninguém. Sou o Normal One. Uma alusão a José Mourinho, mundialmente conhecido pelo apelido "The Special One", e uma de suas principais referências. Mais notícias do Palmeiras: + Abel valoriza vaga na final da Libertadores + Carlos Miguel despista sobre "cola" para pegar pênalti Abel Ferreira mostra o que escreveu na mão esquerda durante Palmeiras x Fluminense Camila Alves – Pensei que depois de ganhar a primeira seria mais feliz, e é exatamente o contrário, tudo cada vez mais pesado, como se tivesse obrigação de ganhar. A obrigação é de dar o melhor. Se ganhar ou não, depende de muita coisa. – Estou feliz porque sei que os torcedores estão felizes, que o estafe e as pessoas no clube estão felizes. Isto me faz feliz, ver os outros felizes. Estou a lutar contra mim mesmo, contra aquilo que já ganhei. O que me faz continuar é ver esta geração nova com a mesma vontade de continuar a ganhar. Abel Ferreira conversa com jogadores do Palmeiras antes dos pênaltis contra o Fluminense Marcos…
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