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Sonda da Petrobras encerra pesquisas no AP após 3 descobertas de petróleo; entenda como funciona a estrutura

Destaques 03/11/2026 às 22:26
Sonda da Petrobras encerra pesquisas no AP após 3 descobertas de petróleo; entenda como funciona a estrutura
]]> Navio Sonda se prepara para deixar o Amapá. Michele Ferreira/Rede Amazônica Uma estrutura de 140 metros de comprimento e torre de 64 metros de altura domina o horizonte marítimo na costa do Amapá. Trata-se do navio-sonda NS-43, responsável pelas recentes pesquisas de hidrocarbonetos no bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, e que está prestes a encerrar sua passagem pelo estado após a confirmação de três achados de petróleo no mesmo poço. Antes da partida, o equipamento passa pelo processo técnico conhecido como "abandono", que consiste no isolamento e tamponamento do poço para garantir a segurança ambiental da área. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Petrobras faz nova descoberta de petróleo em poço na costa do Amapá Em entrevista à Rede Amazônica, o engenheiro de petróleo Artur Schlinker explicou como funciona a mecânica interna da embarcação e o papel central da torre de perfuração durante os trabalhos no leito marinho. "A torre de perfuração nada mais é do que uma sequência de tubos de aço com uma broca na extremidade. Essas brocas são responsáveis por perfurar a partir do leito marinho. Todas as ferramentas que a gente utiliza durante a perfuração, tudo acontece a partir dessa torre. É ali que a gente monta, desce e vai montando para finalizar o poço e coletar as informações necessárias para a operação", detalhou o engenheiro. LEIA MAIS: Petrobras encerra perfuração no AP com nova descoberta de petróleo; relembre exploração Nova descoberta reforça aposta da Petrobras na Margem Equatorial: 'acerto exploratório' Petrobras amplia ofensiva na Foz do Amazonas e pede ao Ibama licença para explorar mais 3 poços Entenda o que é o 'petróleo chique' do Amapá, óleo leve que Lula comparou ao Pré-Sal O resultado obtido no bloco FZA-M-59 chamou a atenção dos técnicos pela presença de três reservatórios em uma única perfuração. No entanto, Schlinker pondera que a declaração de viabilidade comercial da área ainda exige novos estudos e perfurações complementares na Margem Equatorial. "Não é comum, é um resultado excepcional. Com as informações desses três intervalos detectados, a gente vai definir os próximos poços que serão perfurados no bloco…
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