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Sob protestos, Netanyahu chama comitivas na ONU de 'covardes morais', rebate acusação de genocídio e critica prefeito de NY

inicio 24/09/2026 às 18:04
Sob protestos, Netanyahu chama comitivas na ONU de 'covardes morais', rebate acusação de genocídio e critica prefeito de NY
]]> O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursando na 81° Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York. Mike Segar / Reuters O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou nesta quinta-feira (24) o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, de antissemitismo. A declaração foi feita durante o discurso do israelense na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em julho, Mamdani havia ameaçado prender Netanyahu (leia mais abaixo). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe a Assembleia Geral da ONU em Nova York O premiê israelense também criticou países ocidentais que, segundo ele, cederam a "multidões antissemitas" e rejeitou as acusações de genocídio contra Israel na guerra em Gaza. "Israel não cometeu genocídio. Israel impediu um genocídio", afirmou. O líder israelense disse, em resposta à denúncia, que Israel tomou medidas para reduzir o número de vítimas civis durante a guerra. Ele citou o envio de mensagens e panfletos para alertar moradores de áreas de combate e a vacinação contra a pólio em Gaza. O primeiro-ministro chamou de "a maior mentira do século" a acusação de genocídio contra Israel e afirmou que o Hamas usa civis como escudos humanos. Ao se dirigir a Mamdani, o premiê afirmou que judeus "não se sentem mais seguros em Nova York" desde a eleição do prefeito. Também acusou o político de fazer "acusações falsas e repetidas" de genocídio contra Israel e disse que Mamdani tentou impedir sua presença na ONU. "Você não pode me silenciar. Você não pode silenciar a verdade", afirmou Netanyahu. O prefeito Zohran Mamdani defendeu o cumprimento do mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional contra Netanyahu. A Justiça internacional emitiu o mandado em 2024, no contexto da investigação sobre possíveis crimes de guerra relacionados à ofensiva israelense em Gaza. Dias depois da ameaça de prisão, Mamdani voltou atrás e reconheceu publicamente que não possui autoridade legal para executar tal prisão. Em seguida, o primeiro-ministro relacionou as acusações contra Israel ao antissemitismo. Segundo ele, judeus passaram a ser ameaçados e atacados em diferentes cidades do…
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